Barbosa: 'Brasil está preparado para crise da China'

O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, afirmou, nesta segunda (24), que a desaceleração da economia chinesa não deve preocupar os brasileiros; segundo ele, o país "está preparado para enfrentar esse tipo de volatilidade", com ações focadas no controle da inflação e na capacidade de o governo produzir "um resultado primário mais elevado em bases recorrentes"; "Essas são as âncoras da estabilidade. Nós trabalhamos com câmbio flutuante e isso faz com que a taxa de câmbio flutue às vezes excessivamente diante de notícias novas como as de hoje, com a queda bem forte da bolsa chinesa", disse

O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, afirmou, nesta segunda (24), que a desaceleração da economia chinesa não deve preocupar os brasileiros; segundo ele, o país "está preparado para enfrentar esse tipo de volatilidade", com ações focadas no controle da inflação e na capacidade de o governo produzir "um resultado primário mais elevado em bases recorrentes"; "Essas são as âncoras da estabilidade. Nós trabalhamos com câmbio flutuante e isso faz com que a taxa de câmbio flutue às vezes excessivamente diante de notícias novas como as de hoje, com a queda bem forte da bolsa chinesa", disse
O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, afirmou, nesta segunda (24), que a desaceleração da economia chinesa não deve preocupar os brasileiros; segundo ele, o país "está preparado para enfrentar esse tipo de volatilidade", com ações focadas no controle da inflação e na capacidade de o governo produzir "um resultado primário mais elevado em bases recorrentes"; "Essas são as âncoras da estabilidade. Nós trabalhamos com câmbio flutuante e isso faz com que a taxa de câmbio flutue às vezes excessivamente diante de notícias novas como as de hoje, com a queda bem forte da bolsa chinesa", disse (Foto: Valter Lima)


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247 - O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, afirmou, nesta segunda-feira (24), que a desaceleração da economia chinesa não deve preocupar os brasileiros. Segundo ele, o país "está preparado para enfrentar esse tipo de volatilidade", com ações focadas no controle da inflação e na capacidade de o governo produzir "um resultado primário mais elevado em bases recorrentes".

"Essas são as âncoras da estabilidade. Nós trabalhamos com câmbio flutuante e isso faz com que a taxa de câmbio flutue às vezes excessivamente diante de notícias novas como as de hoje, com a queda bem forte da bolsa chinesa", disse.

"Nós temos um elevado estoque de reservas internacionais, que dá ao Brasil segurança para enfrentar essa flutuação cambial sem gerar problemas financeiras no país e temos uma agenda fiscal de curto, médio e longo prazo que garante a consistência da nossa política fiscal e a estabilidade da dívida pública a médio prazo", completou.

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