Bancos apertam o cerco contra a Odebrecht

Os bancos decidiram apertar o cerco contra a Odebrecht para que a empreiteira coloque a casa em ordem após passarem meses tratando a empresa com cautela por temores de que um colapso do conglomerado prejudicaria seus balanços, diz a agência Reuters; Odebrecht concordou em acelerar as vendas de ativos como parte de um acordo com os bancos credores que permita ao grupo altamente endividado manter os 800 milhões de dólares do desinvestimento de sua unidade de água e esgoto anunciado no mês passado, afirmaram vários executivos, banqueiros e advogados envolvidos nas conversas

Os bancos decidiram apertar o cerco contra a Odebrecht para que a empreiteira coloque a casa em ordem após passarem meses tratando a empresa com cautela por temores de que um colapso do conglomerado prejudicaria seus balanços, diz a agência Reuters; Odebrecht concordou em acelerar as vendas de ativos como parte de um acordo com os bancos credores que permita ao grupo altamente endividado manter os 800 milhões de dólares do desinvestimento de sua unidade de água e esgoto anunciado no mês passado, afirmaram vários executivos, banqueiros e advogados envolvidos nas conversas
Os bancos decidiram apertar o cerco contra a Odebrecht para que a empreiteira coloque a casa em ordem após passarem meses tratando a empresa com cautela por temores de que um colapso do conglomerado prejudicaria seus balanços, diz a agência Reuters; Odebrecht concordou em acelerar as vendas de ativos como parte de um acordo com os bancos credores que permita ao grupo altamente endividado manter os 800 milhões de dólares do desinvestimento de sua unidade de água e esgoto anunciado no mês passado, afirmaram vários executivos, banqueiros e advogados envolvidos nas conversas (Foto: Aquiles Lins)


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SÃO PAULO (Reuters) - Os bancos decidiram apertar o cerco contra a Odebrecht para que a empreiteira coloque a casa em ordem após passarem meses tratando a empresa com cautela por temores de que um colapso do conglomerado prejudicaria seus balanços, disseram fontes.

A Odebrecht concordou em acelerar as vendas de ativos como parte de um acordo com os bancos credores que permita ao grupo altamente endividado manter os 800 milhões de dólares do desinvestimento de sua unidade de água e esgoto anunciado no mês passado, afirmaram vários executivos, banqueiros e advogados envolvidos nas conversas.

O conglomerado ainda concordou em entregar aos credores todos os dividendos da petroquímica Braskem (BRKM5.SA: Cotações) e colocar mais ativos como colaterais dentro da renegociação, disseram as fontes, que pediram para não ser identificadas porque os termos do acordo ainda não foram divulgados.

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"Todas as partes concordaram que os passos para resolver esse drama de uma vez por todas devem ser tomados cuidadosamente, mas rapidamente", disse uma das fontes envolvidas nas conversas.

(Por Tatiana Bautzer e Guillermo Parra-Bernal)

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