Banco Safra: Dilma apresentou boa 'carta de intenções'

Economistas avaliam que a presidente Dilma Rousseff se saiu bem na entrevista concedida após o rebaixamento da nota do Brasil pela agência S&P; para Carlos Kawall, do Banco Safra, Dilma apresentou uma “boa carta de intenções”; ‘Está claro que o Brasil está indo ladeira abaixo. Ainda há tempo de evitar que outras agências façam o mesmo. Nesse sentido, não é hora de jogar a toalha’, disse; segundo ele, se tivéssemos mantido a perspectiva do 0,7% do PIB de meta fiscal para 2016, não teríamos tido o downgrade 

Economistas avaliam que a presidente Dilma Rousseff se saiu bem na entrevista concedida após o rebaixamento da nota do Brasil pela agência S&P; para Carlos Kawall, do Banco Safra, Dilma apresentou uma “boa carta de intenções”; ‘Está claro que o Brasil está indo ladeira abaixo. Ainda há tempo de evitar que outras agências façam o mesmo. Nesse sentido, não é hora de jogar a toalha’, disse; segundo ele, se tivéssemos mantido a perspectiva do 0,7% do PIB de meta fiscal para 2016, não teríamos tido o downgrade 
Economistas avaliam que a presidente Dilma Rousseff se saiu bem na entrevista concedida após o rebaixamento da nota do Brasil pela agência S&P; para Carlos Kawall, do Banco Safra, Dilma apresentou uma “boa carta de intenções”; ‘Está claro que o Brasil está indo ladeira abaixo. Ainda há tempo de evitar que outras agências façam o mesmo. Nesse sentido, não é hora de jogar a toalha’, disse; segundo ele, se tivéssemos mantido a perspectiva do 0,7% do PIB de meta fiscal para 2016, não teríamos tido o downgrade  (Foto: Roberta Namour)


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247 – Para economistas ouvidos pelo Valor, o rebaixamento da nota do Brasil pelo S&P ainda pode ser revertido. Eles avaliam que a presidente Dilma Rousseff se saiu bem na entrevista concedida após o downgrade.

Para Carlos Kawall, do Banco Safra, Dilma apresentou uma “boa carta de intenções”: ‘Está claro que o Brasil está indo ladeira abaixo. Ainda há tempo de evitar que outras agências façam o mesmo. Nesse sentido, não é hora de jogar a toalha’, disse.

Segundo ele, se tivéssemos mantido a perspectiva do 0,7% do PIB de meta fiscal para 2016, não teríamos tido a perda do grau de investimento.
Quanto a Luiz Carlos Mendonça de Barros, o que assusta é que o governo “não tem nem a lição de casa feita” (leia mais).

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