Arrecadação recorde mostra aumento da massa salarial

Com crescimento de 0,93% sobre o mesmo período do ano passado, recolhimento de impostos e taxas federais chegou a R$ 185,8 bilhões em abril; recorde histórico para o mês; massa salarial cresce mais de 10,7% em março; no primeiro quadrimestre, arrecadação foi de R$ 399,310 bilhões e teve crescimento real de 1,78%, na comparação com o mesmo período do ano passado

Com crescimento de 0,93% sobre o mesmo período do ano passado, recolhimento de impostos e taxas federais chegou a R$ 185,8 bilhões em abril; recorde histórico para o mês; massa salarial cresce mais de 10,7% em março; no primeiro quadrimestre, arrecadação foi de R$ 399,310 bilhões e teve crescimento real de 1,78%, na comparação com o mesmo período do ano passado
Com crescimento de 0,93% sobre o mesmo período do ano passado, recolhimento de impostos e taxas federais chegou a R$ 185,8 bilhões em abril; recorde histórico para o mês; massa salarial cresce mais de 10,7% em março; no primeiro quadrimestre, arrecadação foi de R$ 399,310 bilhões e teve crescimento real de 1,78%, na comparação com o mesmo período do ano passado (Foto: Marco Damiani)


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247 – A julgar pela arrecadação de impostos, a economia brasileira permanece bastante forte. Números divulgados nesta segunda-feira 26 registraram um novo recorde de recolhimento de impostos e contribuições federais para o mês de abril, com R$ 185,884 bilhões em termos nominais. Em comparação com o mesmo mês de 2013, a elevação foi de 0,93%.

Abaixo, notícia da Agência Brasil a respeito:

Daniel Lima - Repórter da Agência Brasil Edição: Denise Griesinger

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A arrecadação de impostos e contribuições federais chegou a R$ 185,884 bilhões no mês passado em termos nominais, valor recorde para meses de abril. Os números estão sendo divulgados hoje (26) em Brasília e mostram que o crescimento ficou em 0,93%, em comparação ao mesmo período de 2013, com a correção pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, (IPCA).

No primeiro quadrimestre, a arrecadação foi, em termos nominais, R$ 399,310 bilhões e teve crescimento real (corrigido pela inflação) de 1,78%, na comparação com o mesmo período do ano passado.

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Segundo a Receita Federal, o resultado, entre outras coisas, foi influenciado pela queda na arrecadação do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre Lucro Líquido em janeiro e em fevereiro. Houve, porém, reversão do quadro em março - principalmente em razão dos crescimentos observados nos recolhimentos de estimativas mensais que, no mês de abril, apresentou crescimento de 21,76% em comparação ao mesmo mês do ano passado.

Outro fator considerado foi o desempenho dos principais indicadores macroeconômicos que influenciam a arrecadação de tributos, como a produção industrial (-0,9%), vendas de bens e serviços (-5,63%), massa salarial (10,71%) e o valor em dólar das importações. Fatos esses ocorridos em março, mas que influenciaram o resultado de abril.

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