Arrecadação com repatriação deve chegar a R$ 80 bi, diz Maia

Arrecadação que o governo federal terá com o programa de regularização de recursos não declarados no exterior deve chegar a 80 bilhões de reais e superar as estimativas, mesmo sem alteração das regras que chegou a ser discutida na Câmara dos Deputados; "A projeção hoje é de 80 bi de multa e imposto, foi o que o ministro Henrique Meirelles me falou ontem", afirmou nesta quinta-feira, 20, o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ)

O deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) foi eleito para presidente da comissão especial da Reforma Política durante reunião de instalação da comissão (Luis Macedo/Câmara dos Deputados)
O deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) foi eleito para presidente da comissão especial da Reforma Política durante reunião de instalação da comissão (Luis Macedo/Câmara dos Deputados) (Foto: Aquiles Lins)


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BRASÍLIA (Reuters) - A arrecadação que o governo federal terá com o programa de regularização de recursos não declarados no exterior deve chegar a 80 bilhões de reais e superar as estimativas, mesmo sem alteração das regras que chegou a ser discutida na Câmara dos Deputados, disse nesta quinta-feira o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Maia, que tomou a frente das negociações para alterar as regras da repatriação, disse ter conversado com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que o teria informado da previsão do governo. O prazo para aderir o programa vence no dia 31 deste mês.

"Parece que a arrecadação, mesmo com essa regra que eu considero que não é a melhor, parece que a previsão de arrecadação vai ser bem acima dos 50 bi que o governo mesmo estava prevendo", disse o presidente da Câmara a jornalistas.

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"A projeção hoje é de 80 bi de multa e imposto, foi o que o ministro Henrique Meirelles me falou ontem", afirmou.

A regularização desses recursos pode ajudar a mobilização do governo para reequilibrar as contas públicas, esforço esse que levou à edição de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita o crescimento dos gastos públicos.

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A PEC deve ser votada em segundo turno na Câmara na terça-feira da próxima semana.

(Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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