Armínio Fraga lista possíveis respostas contra a crise

Ex-presidente do Banco Central rebate argumento de que nunca se viu situação econômica tão ruim quanto a atual e lembra da chamada "década perdida", entre 1982 e 1993; mas destaca que "o Brasil vive hoje, sim, uma crise grave, que escancara as consequências do modelo político e econômico atual"; com duras críticas à política econômica do governo Dilma, o economista lista sugestões

Ex-presidente do Banco Central rebate argumento de que nunca se viu situação econômica tão ruim quanto a atual e lembra da chamada "década perdida", entre 1982 e 1993; mas destaca que "o Brasil vive hoje, sim, uma crise grave, que escancara as consequências do modelo político e econômico atual"; com duras críticas à política econômica do governo Dilma, o economista lista sugestões
Ex-presidente do Banco Central rebate argumento de que nunca se viu situação econômica tão ruim quanto a atual e lembra da chamada "década perdida", entre 1982 e 1993; mas destaca que "o Brasil vive hoje, sim, uma crise grave, que escancara as consequências do modelo político e econômico atual"; com duras críticas à política econômica do governo Dilma, o economista lista sugestões (Foto: Gisele Federicce)


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247 – O ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga lista uma série de sugestões contra a crise econômica em artigo publicado neste domingo. Com duras críticas à condução da economia pelo governo da presidente Dilma Rousseff, ele discorda do argumento de que nunca se viu situação econômica tão ruim quanto a atual, mas destaca que "o Brasil vive hoje, sim, uma crise grave".

"Com frequência se diz por aí que nunca se viu situação econômica tão ruim quanto a atual. Discordo. Entre 1982 e 1993, a 'década perdida' do caos da hiperinflação e da moratória externa, o Brasil amargou queda na renda por pessoa de cerca de 1% ao ano! Mas o Brasil vive hoje, sim, uma crise grave, que escancara as consequências do modelo político e econômico atual", escreve.

De acordo com Fraga, que seria ministro da Fazenda de Aécio Neves, "esta crise requer tratamento proporcional ao seu tamanho". E "isso não tem sido possível", segundo ele, "em razão de barreiras ideológicas e de incompetência, além das naturais dificuldades de um governo corrigir algo feito por si mesmo, e da crise política, que deve perdurar."

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Ele lista, então, "dois conjuntos de respostas à crise", "com o intuito de ajudar a mapear os desafios no campo econômico, e sem ilusões quanto à superior importância da política em fazer as opções certas e conduzir o processo, listo abaixo dois conjuntos de respostas à crise." Confira aqui a íntegra do artigo.

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