Armando: desafio do país é 'reconceituar a política industrial'

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, afirma que o país está "desafiado" a reconceituar a política industrial à luz das novas condições econômicas; "Não apenas no quadro do país, mas também diante das transformações que aconteceram com a integração das cadeias globais de valor, do que vem acontecendo com a divisão internacional do trabalho na indústria. O realinhamento muito importante que ocorreu no câmbio vai nos dar no médio prazo uma possibilidade de recuperar a posição da indústria. Mas precisamos encaminhar algumas questões que estão aí", ressalva

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, afirma que o país está "desafiado" a reconceituar a política industrial à luz das novas condições econômicas; "Não apenas no quadro do país, mas também diante das transformações que aconteceram com a integração das cadeias globais de valor, do que vem acontecendo com a divisão internacional do trabalho na indústria. O realinhamento muito importante que ocorreu no câmbio vai nos dar no médio prazo uma possibilidade de recuperar a posição da indústria. Mas precisamos encaminhar algumas questões que estão aí", ressalva
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, afirma que o país está "desafiado" a reconceituar a política industrial à luz das novas condições econômicas; "Não apenas no quadro do país, mas também diante das transformações que aconteceram com a integração das cadeias globais de valor, do que vem acontecendo com a divisão internacional do trabalho na indústria. O realinhamento muito importante que ocorreu no câmbio vai nos dar no médio prazo uma possibilidade de recuperar a posição da indústria. Mas precisamos encaminhar algumas questões que estão aí", ressalva (Foto: Valter Lima)


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247 - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, afirma que o país está "desafiado" a reconceituar a política industrial à luz das novas condições econômicas.

"Não apenas no quadro do país, mas também diante das transformações que aconteceram com a integração das cadeias globais de valor, do que vem acontecendo com a divisão internacional do trabalho na indústria. O realinhamento muito importante que ocorreu no câmbio vai nos dar no médio prazo uma possibilidade de recuperar a posição da indústria. Mas precisamos encaminhar algumas questões que estão aí", diz.

Segundo ele, o primeiro foco da política industrial deve ser a produtividade setorial, "olhando para dentro das empresas". "Há estudos que mostram que a idade média do parque fabril no Brasil é superior a 20 anos. Então temos o desafio de tratar da renovação do parque fabril e o papel do governo é conseguir criar mecanismos e linhas que possibilitem isso", pontua.

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Sobre as desonerações, ele diz que "se houver espaço", "tem que desonerar energia, insumos básicos". "Integrar-se às cadeias globais de valor é poder também utilizar insumos e bens intermediários que são produzidos fora do Brasil, para ter mais competitividade. É evidente que nós temos questões ligadas aos acordos existentes, o Mercosul, a tarifa externa comum. Uma nova política industrial tem que endereçar alguma coisa nessa direção", defende. "Na política anticíclica, as desonerações eram feitas pontualmente. Desoneração com um olhar sobre política industrial é algo diferente, o foco devem ser aqueles produtos básicos que formam o preço da indústria", reforça.

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