Armando: 'Brasil terá novo ciclo de crescimento'
Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto (PTB) afirmou que "o Brasil vive uma transição, mas vamos inaugurar um novo ciclo de crescimento"; durante encontro com empresários na FIESC, o ministro admitiu que a economia brasileira passa por dificuldades, em um momento de transição e ajustes; mas, de acordo com o petebista, o setor produtivo não pode se pautar pelo pessimismo; "Esse pessimismo disseminado na sociedade preocupa, pois não encontra correspondência na realidade"
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247 – O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Armando Monteiro Neto (PTB-PE), afirmou, neste sábado (1), que "o Brasil vive uma transição, mas vamos inaugurar um novo ciclo de crescimento".
Durante encontro com empresários na Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), o ministro admitiu que a economia brasileira passa por dificuldades, em um momento de transição e ajustes. Mas, de acordo com o petebista, o setor produtivo não pode se pautar pelo pessimismo.
"Esse pessimismo disseminado na sociedade preocupa, pois não encontra correspondência na realidade. A história do Brasil é marcada por superação de dificuldades, os pessimistas estão sempre fadados a perder", acrescentou.
Segundo Armando, as exportações são o caminho para a retomada do crescimento econômico. O ministro lembrou que há cerca de um mês o governo lançou o Plano Nacional de Exportações, para conferir um novo status ao comércio exterior para o Brasil.
"Esse reposicionamento não implica desprestigiar parceiros com os quais o Brasil já tem intenso relacionamento comercial, mas ampliar o foco das ações com vistas a obter melhores resultados", disse.
Monteiro também afirmou ser "equivocada a compreensão de que existe uma contradição entre atuar, simultaneamente, nas frentes bilateral, regional e multilateral". "Essas vias não são excludentes. Na verdade, podem e devem ser complementares", complementou.
No evento o ministro destacou algumas ações do Plano Nacional de Exportações que já estão em andamento, como o avanços nas relações com os Estados Unidos, a redução de barreiras não tarifárias às exportações brasileiras, e a implantação de uma janela única de comércio exterior, que diminuirá o tempo gasto nas operações de exportação de 13 para 8 dias, e, nas de importação, de 17 para 10 dias.
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