Argentina pagará US$ 5 bi a exportadores brasileiros até julho

Presidente do Banco Central argentino, Federico Sturzenegger, disse que as empresas brasileiras receberão até julho do próximo ano os cerca de US$ 5 bilhões devidos pelas empresas argentinas e que estavam suspensos em função da falta de acesso ao dólar; "Já temos um cronograma e a partir de julho estará tudo normalizado", afirmou

Presidente do Banco Central argentino, Federico Sturzenegger, disse que as empresas brasileiras receberão até julho do próximo ano os cerca de US$ 5 bilhões devidos pelas empresas argentinas e que estavam suspensos em função da falta de acesso ao dólar; "Já temos um cronograma e a partir de julho estará tudo normalizado", afirmou
Presidente do Banco Central argentino, Federico Sturzenegger, disse que as empresas brasileiras receberão até julho do próximo ano os cerca de US$ 5 bilhões devidos pelas empresas argentinas e que estavam suspensos em função da falta de acesso ao dólar; "Já temos um cronograma e a partir de julho estará tudo normalizado", afirmou (Foto: Paulo Emílio)


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247 - O presidente do Banco Central argentino, Federico Sturzenegger, afirmou que as empresas brasileiras receberão até julho do próximo ano os valores devidos pelas empresas argentinas e que estavam suspensos em função da falta de acesso ao dólar. A dívida é estimada em cerca de US$ 5 bilhões, segundo o Ministério da Fazenda da Argentina. "Já temos um cronograma e a partir de julho estará tudo normalizado", afirmou Sturzenegger.

O crédito das empresa brasileiras vem se acumulando desde 2011, quando o o governo argentino iniciou o controle de acesso à moeda norte-americana. Esta medida foi encerrada esta semana, pelo governo de Mauricio Macri. A unificação cambial resultou em uma valorização do dólar de 41% e uma queda de 30% no poder de compra do peso.

Sturzenegger criticou também disse a Bolívia e o Paraguai, que apresentam baixos índices de inflação, são exemplos para a economia da América Latina. "Quando ouvimos que os bolivianos têm uma inflação de 2,5% e um crescimento de 5%... Nos dá um norte. O Paraguai com inflação de 4%...", afirmou.

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