Após saída de Levy, governo nega fim do ajuste e insistirá em CPMF
O ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, disse que a saída de Joaquim Levy do ministério da Fazenda não significa o fim do ajuste fiscal; segundo ele, o governo vai insistir na aprovação da proposta que recria a Contribuição sobre Movimentação Financeira, a CPMF, enviada ao Congresso Nacional; de acordo com Wagner, o governo não vai desistir de concluir a votação das medidas que estão sendo analisadas no parlamento
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Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil
O ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, disse que a saída de Joaquim Levy do ministério da Fazenda não significa o fim do ajuste fiscal.
Segundo ele, o governo vai insistir na aprovação da proposta que recria a Contribuição sobre Movimentação Financeira, a CPMF, enviada ao Congresso Nacional.
De acordo com Wagner, o governo não vai desistir de concluir a votação das medidas que estão sendo analisadas no Congresso.
A avaliação de integrantes governo é de que, embora Barbosa tenha um estilo diferente de Levy, não haverá nenhuma "aventura na política econômica" praticada até o momento pelo Planalto.
Jaques Wagner repercutiu, por meio de sua assessoria de imprensa, o anúncio feito há pouco pelo Palácio do Planalto pela troca de Levy por Nelson Barbosa.
O chefe da Casa Civil, que compõe a Junta Orçamentária do governo, prometeu trabalhar como um "vigia rigoroso" no cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal.
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