Após isenções federais, estados aumentarão preços de referência do diesel, gasolina e gás de cozinha

Segundo o Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda, as altas se devem à política de preços da Petrobras, que em 2018 se atrelou à cotação internacional do petróleo. A variação do preço de referência pressiona o preço nas bombas

(Foto: ABr)


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247 - A partir desta quinta-feira (1) estados elevarão o preço de referência (PMPF) para a cobrança do ICMS sobre combustíveis, o que pressiona o preço do diesel, da gasolina e do gás de cozinha.

A medida se dá após isenção de impostos federais sobre os produtos. 

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Segundo o consultor Dietmar Schupp, o PMPF terá alta média de 3.1% para o diesel S-500 e S-10. Apenas Bahia, Maranhão, Rondônia e Santa Catarina decidiram não reajustar o preço para a próxima quinzena.

Os preços de referência da gasolina serão elevados em média em 6.1%. O gás de botijão terá aumento de 3.1%.

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O Comsefaz (Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda) atribui a elevação do cálculo à política de preços da Petrobras, que se atrela às variações do mercado internacional: "O valor do preço final ao consumidor, que é a base de cálculo do ICMS, não tem qualquer relação com a vontade dos estados".

"Os preços dos combustíveis têm se elevado significativamente por causa da alteração da política de preços da Petrobras em 2018, que passou a se alinhar pela cotação do petróleo no mercado internacional, o qual tem se elevado, e ainda se extrema com a atual condição cambial", diz o texto do grupo.

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O preço da gasolina tinha observado uma queda de 0.7% para um preço médio de R$ 5,551/litro. A alta no PMPF em 20 estados e no DF pressionará na direção contrária.

As informações foram reportadas na Folha de S.Paulo.

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