Após escândalos, casas de câmbio testam diretrizes para autorregulamentação
Após os escândalos da Lava Jato envolvendo doleiros , as casas de câmbio passam por um momento dramático de desconfiança e medo por parte daqueles que precisam converter moedas; a autorregulação do mercado já se mostrou ineficiente, mas é o único caminho possível para um setor dominado por uma lógica agressiva de obtenção de lucro via fraude
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247 - Após os escândalos da Lava Jato envolvendo doleiros , as casas de câmbio passam por um momento dramático de desconfiança e medo por parte daqueles que precisam converter moedas. A autorregulação do mercado já se mostrou ineficiente, mas é o único caminho possível para um setor dominado por uma lógica agressiva de obtenção de lucro via fraude.
"O setor das corretoras de câmbio caminha para uma autorregulação do mercado. Empresas do segmento estiveram envolvidas em escândalos, alguns deles revelados pela Operação Lava Jato. O novo código de condutas da Abracam (Associação Brasileira das Corretoras de Câmbio) foi escrito para que as normas e políticas que as companhias devem seguir fiquem mais claras. A relação das casas com os correspondentes cambiais terá um monitoramento mais próximo e a associação criará um conselho de ética.
Para que haja um controle maior dos clientes, a Abracam fará um cadastro único e editará recomendações de relações com consumidores. Às casas que firmam contratos de exportação se pedirá que se certifiquem que a venda foi concretizada. As empresas que não aderirem às práticas não serão expulsas. “Não haverá pena [para quem não seguir], mas essas empresas serão expostas”, diz Kelly Massaro, diretora de relações institucionais da Abracam."
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