Após comprar deputados, Temer estoura meta fiscal
Depois de torrar cerca de R$ 14 bilhões em emendas e favores aos deputados para se safar de denúncia de corrupção, Michel Temer anuncia nesta quinta-feira 10 a revisão de sua meta fiscal, que passa de um rombo de R$ 139 bilhões para cerca de R$ 159 bilhões; mudança revela o fracasso da política econômica de Henrique Meirelles, que prometeu ajuste fiscal, mas produziu o maior rombo orçamentário da história do País; o motivo é a depressão econômica, que reduz a arrecadação
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247 - Michel Temer deve anunciar nesta quinta-feira 10 a revisão de sua meta fiscal, que passa de um rombo de R$ 139 bilhões para cerca de R$ 159 bilhões.
A decisão foi tomada pelo governo após uma reunião entre Temer e a equipe econômica que durou quase cinco horas no Palácio do Planalto.
Isso depois de Temer ter torrado nada menos que cerca de R$ 14 bilhões em emendas parlamentares e favores aos deputados federais para se safar de denúncia de corrupção na Câmara.
O anúncio da elevação de R$ 20 bilhões no rombo revela o fracasso da política econômica do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que prometeu ajuste fiscal, mas produziu o maior rombo orçamentário da história do País.
Segundo a colunista Miriam Leitão, do Globo, o núcleo político defende que a revisão eleve a meta para um rombo ainda maior: até R$ 170 bi.
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