Após caso Estácio, outras faculdades preparam demissões de professores
Mais um efeito nefasto da reforma trabalhista de Michel Temer; a demissão de 1.200 professores pela universidade Estácio, no início do mês, inspirou outras instituições de ensino a fazer o mês; cortes já foram efetuados, ou estão em planejamento; a Metodista mandou embora cerca de 50 professores, conforme cálculos do Sinpro-ABC (sindicato do ABC), que relata atrasos nos salários e no 13° desde 2015; aa semana passada, a Cásper Líbero desligou 13
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247 - Após a demissão de 1.200 professores anunciada pela Estácio no início deste mês, outras instituições de ensino superior dispensaram dezenas de docentes ou preparam cortes para os próximos dias.
A Metodista mandou embora cerca de 50 professores, conforme cálculos do Sinpro-ABC (sindicato do ABC), que relata atrasos nos salários e no 13° desde 2015. A escola não quis comentar.
Na semana passada, a Cásper Líbero desligou 13.
"Com aproximadamente 90 docentes, em janeiro já temos programado o processo seletivo para reposição das vagas", diz a Cásper em nota.
Mais cortes estão sendo discutidos com sindicatos. A Laureate, dona da Anhembi Morumbi, se reúne na terça (19), segundo a Fepesp (Federação dos Professores do Estado de São Paulo).
As informações são de reportagem de Joana Cunha e Filipe Oliveira na Folha de S.Paulo.
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