Ao contrário de Guedes, parlamentares querem estender decreto de calamidade por mais três meses em 2021

Parlamentares defendem a extensão do decreto de calamidade pública, que perde a validade no dia 31 de dezembro, por um período de três meses a partir do início do próximo ano. Ministro da Economia, Paulo Guedes, já disse ser contrário à ideia

Jair Bolsonaro com Paulo Guedes, aplicativo do auxílio emergêncial e fachada da Caixa Econômica
Jair Bolsonaro com Paulo Guedes, aplicativo do auxílio emergêncial e fachada da Caixa Econômica (Foto: Reuters | Agência Senado)


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247 - Diante da dificuldade do governo em conseguir recursos para financiar o Renda Cidadã, parlamentares de diversos partidos vem defendendo a extensão do decreto de calamidade pública por um período de três meses a partir do início do próximo ano. 

O decreto perde a validade no dia 31 de dezembro e o alongamento do prazo também permitiria manter o pagamento do auxílio emergencial. O ministro da Economia, Paulo Guedes, já disse ser contrário à ideia . Para ele é “totalmente indesculpável usar uma doença para pedir estímulo artificial”. 

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Segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo, a extensão do decreto ganhou força neste mês, apesar das manifestações contrárias por parte do governo Jair Bolsonaro. “Acredito que vai se estender por pelo menos mais dois ou três meses, pelo menos no início do ano. Essa pandemia até o fim do ano não vai diminuir assim, e o decreto é o caminho", disse Vanderlan Cardoso, vice-líder do PSD no Senado.

Para o senador Wellington Fagundes (PL-MT), que integra a base governista, o decreto deve ser mantido até que uma fonte de recursos para bancar o Renda Cidadã seja encontrada.  

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