Ao contrário de Bolsonaro, empresas defendem quarentena contra o coronavírus

"Não adianta abrir o comércio amanhã e as pessoas não irem às compras porque estão com medo", afirmou Luiza Trajano, do Magazine Luiza. "As medidas foram duras e necessárias", disse o dono do grupo de restaurantes Varanda, Sylvio Lazzarini

Luiza Helena Trajano
Luiza Helena Trajano (Foto: World Economic Forum/Benedikt von Loebell)


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247 - Apesar de Jair Bolsonaro adotar um discurso contra o isolamento social durante a epidemia do coronavírus, esta posição não é unânime entre empresários. Luiza Trajano, do Magazine Luiza, apoia as restrições ao funcionamento do comércio.

"A discussão não é mais sobre isolamento vertical ou horizontal. Já parou tudo. Não adianta abrir o comércio amanhã e as pessoas não irem às compras porque estão com medo", afirmou. Os relatos foram publicados no portal Uol.

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O dono do grupo de restaurantes Varanda, Sylvio Lazzarini, também defende a paralisação. "As medidas foram duras e necessárias", continuou. Segundo o empresário, em 15 dias será possível iniciar medidas de flexibilização. 

O superintendente de renda variável do Itaú BBA, Marcos Assumpção, disse que medidas drásticas de distanciamento social até meados de abril são necessárias. "Um cenário de quarentena parcial pode ampliar o ciclo da doença e seu impacto na economia."

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