Alinhado com governo Temer, FMI diz que Brasil está perto da virada

Fundo Monetário Internacional (FMI) dmanteve as estimativas para a atividade econômica do Brasil neste ano e no próximo, e destacou que o país parece próximo de virar o jogo conforme perdem força os efeitos de choques passados; segundo a instituição, Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro irá contrair 3,3% em 2016 e crescer 0,5% em 2017; FMI também defendeu a PEC que limta os gastos público e o ajuste fiscal proposto pelo governo Michel Temer; "Adotar a proposta de regra de gastos e apresentar uma estrutura de consolidação fiscal coerente de médio prazo enviará um forte sinal de compromisso", pontuou o FMI.

Fundo Monetário Internacional (FMI) dmanteve as estimativas para a atividade econômica do Brasil neste ano e no próximo, e destacou que o país parece próximo de virar o jogo conforme perdem força os efeitos de choques passados; segundo a instituição, Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro irá contrair 3,3% em 2016 e crescer 0,5% em 2017; FMI também defendeu a PEC que limta os gastos público e o ajuste fiscal proposto pelo governo Michel Temer; "Adotar a proposta de regra de gastos e apresentar uma estrutura de consolidação fiscal coerente de médio prazo enviará um forte sinal de compromisso", pontuou o FMI.
Fundo Monetário Internacional (FMI) dmanteve as estimativas para a atividade econômica do Brasil neste ano e no próximo, e destacou que o país parece próximo de virar o jogo conforme perdem força os efeitos de choques passados; segundo a instituição, Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro irá contrair 3,3% em 2016 e crescer 0,5% em 2017; FMI também defendeu a PEC que limta os gastos público e o ajuste fiscal proposto pelo governo Michel Temer; "Adotar a proposta de regra de gastos e apresentar uma estrutura de consolidação fiscal coerente de médio prazo enviará um forte sinal de compromisso", pontuou o FMI. (Foto: Paulo Emílio)


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Camila Moreira, Reuters - O Fundo Monetário Internacional (FMI) deixou inalteradas as estimativas para a atividade econômica do Brasil neste ano e no próximo, e destacou que o país parece próximo de virar o jogo conforme perdem força os efeitos de choques passados.

O FMI divulgou nesta terça-feira seu relatório "Perspectiva Econômica Global", com a projeção de que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro irá contrair 3,3 por cento em 2016, com um crescimento de 0,5 por cento em 2017.

Assim, o fundo manteve o cálculo feito na revisão do relatório em julho.

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"A economia do Brasil permanece em recessão, mas a atividade parece estar perto de seu ponto de inflexão conforme os efeitos de choques passados... diminuem", explicou o FMI no relatório, referindo-se à queda nos preços das commodities, ajustes dos preços administrados de 2015 e incertezas políticas.

Ainda assim, o cenário para o Brasil é bem fraco quando se considera o quadro geral de América Latina e Caribe, cuja projeção é de uma contração de 0,6 por cento este ano e expansão de 1,6 por cento no próximo.

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Na América do Sul, a retração esperada para o Brasil este ano só não é pior do que o recuo de 10 por cento projetado pelo FMI para a Venezuela.

Em 2017, além da Venezuela, o Equador também deve registrar queda da atividade, nas contas do fundo --4,5 e 2,7 por cento, respectivamente.

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A América do Sul como um todo deve ter retração do PIB de 2 por cento em 2016, mas deve registrar um aumento de 1,1 por cento no ano que vem.

O FMI destacou que existe no Brasil uma necessidade abrangente de melhorar a confiança e elevar os investimentos --dois pontos que vêm sendo fortemente destacados pelo governo como essenciais-- por meio do fortalecimento das estruturas de política econômica.

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"Adotar a proposta de regra de gastos e apresentar uma estrutura de consolidação fiscal coerente de médio prazo enviará um forte sinal de compromisso", destacou o FMI.

O resultado do PIB em 2016 esperado pelo FMI para o Brasil está próximo da visão de economistas na pesquisa Focus do Banco Central, que veem contração de 3,14 por cento. Para 2017, entretanto, o levantamento do BC aponta expectativa de expansão de 1,30 por cento.

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Ainda no relatório, o FMI calculou que a inflação ao consumidor brasileira fechará este ano a 9,0 por cento, desacelerando em 2017 a 5,4 por cento. Para o desemprego a expectativa é de 11,2 e 11,5 por cento respectivamente.

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