Ajuste no balanço da Petrobras deve ser de, no mínimo, R$ 14 bi

No balanço a ser publicado no dia 22 de abril pela estatal, comandada por Aldemir Bendine, ajuste deverá ser feito em duas parcelas; a primeira, referente à corrupção, no valor de R$ 4 bilhões a R$ 8 bilhões, deve ser considerada como correção de erro; o conselho levou em conta, para calcular as perdas, as delações premiadas dos executivos envolvidos na Operação Lava Jato, usando o percentual de 3% sobre os contratos suspeitos

No balanço a ser publicado no dia 22 de abril pela estatal, comandada por Aldemir Bendine, ajuste deverá ser feito em duas parcelas; a primeira, referente à corrupção, no valor de R$ 4 bilhões a R$ 8 bilhões, deve ser considerada como correção de erro; o conselho levou em conta, para calcular as perdas, as delações premiadas dos executivos envolvidos na Operação Lava Jato, usando o percentual de 3% sobre os contratos suspeitos
No balanço a ser publicado no dia 22 de abril pela estatal, comandada por Aldemir Bendine, ajuste deverá ser feito em duas parcelas; a primeira, referente à corrupção, no valor de R$ 4 bilhões a R$ 8 bilhões, deve ser considerada como correção de erro; o conselho levou em conta, para calcular as perdas, as delações premiadas dos executivos envolvidos na Operação Lava Jato, usando o percentual de 3% sobre os contratos suspeitos (Foto: Roberta Namour)


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247 – No balanço a ser publicado no próximo dia 22 de abril, a Petrobras deve fazer um ajuste entre R$ 14 bilhões e R$ 28 bilhões.

Segundo reportagem do Valor, o ajuste deverá ser feito em duas parcelas. A primeira, referente à corrupção, no valor de R$ 4 bilhões a R$ 8 bilhões, deve considerar como correção de erro. O conselho levou em conta, para calcular as perdas, as delações premiadas dos executivos envolvidos na Operação Lava Jato, usando o percentual de 3% sobre os contratos suspeitos.

A segunda parcela de baixa contábil será fruto de impairment, ou perda do valor recuperável de ativos. A estatal deve manter a prática de fazer projeções de fluxo de caixa futuro tendo como base seu parque de refino como uma única grande unidade geradora de caixa (UGC) (leia mais).

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