Agourento, Setubal erra feio em suas previsões

Presente ao encontro dos líderes mundiais em Davos, na Suíça, o banqueiro Roberto Setubal fez previsões agourentas, como a desvalorização das moedas dos emergentes, que, até agora, não se materializaram; ao contrário, um dia depois da fala do banqueiro, o real se valoriza e as ações brasileiras, em especial da Petrobras e da Vale, sobem com força; ao que tudo indica, os investidores estão mais interessados nas palavras do ministro Joaquim Levy, da Fazenda, do que no catastrofismo do dono do Itaú Unibanco; Levy disse sentir em Davos torcida a favor do Brasil, enquanto Setubal parece torcer contra

Presente ao encontro dos líderes mundiais em Davos, na Suíça, o banqueiro Roberto Setubal fez previsões agourentas, como a desvalorização das moedas dos emergentes, que, até agora, não se materializaram; ao contrário, um dia depois da fala do banqueiro, o real se valoriza e as ações brasileiras, em especial da Petrobras e da Vale, sobem com força; ao que tudo indica, os investidores estão mais interessados nas palavras do ministro Joaquim Levy, da Fazenda, do que no catastrofismo do dono do Itaú Unibanco; Levy disse sentir em Davos torcida a favor do Brasil, enquanto Setubal parece torcer contra
Presente ao encontro dos líderes mundiais em Davos, na Suíça, o banqueiro Roberto Setubal fez previsões agourentas, como a desvalorização das moedas dos emergentes, que, até agora, não se materializaram; ao contrário, um dia depois da fala do banqueiro, o real se valoriza e as ações brasileiras, em especial da Petrobras e da Vale, sobem com força; ao que tudo indica, os investidores estão mais interessados nas palavras do ministro Joaquim Levy, da Fazenda, do que no catastrofismo do dono do Itaú Unibanco; Levy disse sentir em Davos torcida a favor do Brasil, enquanto Setubal parece torcer contra (Foto: Leonardo Attuch)


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247 - Se os investidores internacionais dessem ouvidos ao que diz o banqueiro Roberto Setubal, do Itaú Unibanco, que, nos últimos anos se notabilizou pela oposição radical à política econômica, o Brasil estaria em maus lençóis.

Ontem, em palestra no encontro de líderes globais em Davos, na Suíça, Setubal previu um cenário catastrófico. Disse que a queda nos preços das commodities veio para ficar e previu tempos de grande pressão sobre as moedas dos países emergentes.

Um dia depois, o que se vê nos mercados é um cenário oposto. Nesta quinta-feira, o real se valoriza mais de 1%, a Bovespa sobe e as ações da Petrobras, que subiram 6% ontem, registram uma nova sessão de forte alta, com mais 4%. Outra petroleira, a HRT, chegou a subir 40%. E a Vale, maior exportadora brasileira, também subiu forte, com a recomendação de compra do Societé Génerale.

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Ao que tudo indica, os investidores estão mais atentos nas palavras do ministro Joaquim Levy, que, em Davos, disse sentir uma grande torcida a favor do Brasil, do que em Setubal, que parece torcer contra.

Abaixo, reportagem anterior do 247 sobre a fala de Setubal:

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SETUBAL: CENÁRIO GLOBAL PODE FORÇAR 'AJUSTES DRÁSTICOS'

Em Davos, presidente do Itau Unibanco, Roberto Setubal, disse que o novo ambiente macroeconômico pode forçar "ajustes drásticos" nas contas correntes e nas moedas de países emergentes; ele acredita ainda que a queda das commodities “é, até agora, parcialmente permanente”

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22 DE JANEIRO DE 2015 ÀS 05:32

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