Agenda da desigualdade é propícia ao Brasil em Davos

Presidente Dilma Rousseff precisa passar confiança a investidores em seus compromissos macroeconômicos, o que não será fácil, mas tem resultados espetaculares a apresentar em cima do tema principal do encontro dos ricos: como combater a desigualdade social; elite política e econômica está "ansiosa" para ouvir as políticas de inclusão praticadas pelo governo, disse o fundador e presidente do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab; ministro Guido Mantega adianta que metas ao gosto do grande capitalismo global estão sendo alcançadas; "Não estamos em crise de meia idade", reagiu ele

Presidente Dilma Rousseff precisa passar confiança a investidores em seus compromissos macroeconômicos, o que não será fácil, mas tem resultados espetaculares a apresentar em cima do tema principal do encontro dos ricos: como combater a desigualdade social; elite política e econômica está "ansiosa" para ouvir as políticas de inclusão praticadas pelo governo, disse o fundador e presidente do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab; ministro Guido Mantega adianta que metas ao gosto do grande capitalismo global estão sendo alcançadas; "Não estamos em crise de meia idade", reagiu ele
Presidente Dilma Rousseff precisa passar confiança a investidores em seus compromissos macroeconômicos, o que não será fácil, mas tem resultados espetaculares a apresentar em cima do tema principal do encontro dos ricos: como combater a desigualdade social; elite política e econômica está "ansiosa" para ouvir as políticas de inclusão praticadas pelo governo, disse o fundador e presidente do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab; ministro Guido Mantega adianta que metas ao gosto do grande capitalismo global estão sendo alcançadas; "Não estamos em crise de meia idade", reagiu ele (Foto: Felipe L. Goncalves)


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247 – A presidente Dilma Russeff aterrissou na manhã desta quinta-feira 23 em Zurique, na Suíça, com destino ao topo dos Alpes, a cidade de Davos. Ali se realiza o encontro anual de líderes político e econômicos dos países ricos, com forte presença de investidores privados. Antes de chegar lá, Dilma passará pela sede da Fifa, na capital suíça, para seguir viagem. A presidente terá um encontro fechado com o público de Davos na manhã de sexta-feira 24 – e levará para a reunião um problema e uma solução.

O problema de Dilma será passar confiança e convencer os investidores de seus compromissos macroeconômicos, o que não será fácil. A solução está nos resultados dos programas sociais do Brasil. Com números espetaculares sobre inclusão social nos últimos dez anos, cujo mais visto é a saída de 40 milhões de brasileiros da faixa da miséria, Dilma pode, nesse quesito, dar uma lição. Segundo o fundador e presidente executivo do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab, a chefe de governo do Brasil é aguardada para dar o exemplo aos 2.500 participantes.

Segundo Schwab, os líderes políticos e de negócios estão "ávidos para ouvir a presidente sobre suas políticas de inclusão social, porque a inclusão social é o problema que está em mente para os participantes do fórum anual em Davos". O executivo alemão declarou ainda: "Nós também estamos ansiosos por ouvir dela sobre suas políticas futuras, que precisam relançar objetivos e, ao mesmo tempo, garantir que todos os pobres que hoje são deixados à margem do desenvolvimento econômico serão integrados ao sistema de bem-estar social".

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Também em Davos, o ministro Guido Mantega corrobora com a tese de que a presença do País é essencial para discutir o tema da desigualdade. Em entrevista ao Blog do Planalto, nesta quinta-feira 23, o titular da Fazenda lembrou que o Brasil foi um dos únicos países que, mesmo num período de crise, conseguiu avançar na redução da desigualdade e da pobreza. E que continuou a ver a renda da classe média e da base da pirâmide aumentar de forma mais rápida.

"Então, nós podemos dizer que a população brasileira foi a que menos sentiu a crise mundial. E mantivemos também elevado o nível de emprego, que é fundamental. Enquanto na Europa, o desemprego chega a níveis acima de 12% e, até agora, não se vê uma saída para isso. No Brasil, nós conseguimos manter uma situação de, praticamente, pleno emprego para todos os segmentos sociais e durante todo o tempo", destacou Guido Mantega.

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Esta edição do Fórum, pela primeira vez em seis anos, acontece um clima de otimismo. Pesquisa anual da PricewaterhouseCoopers (PwC) com mais de 1.300 presidentes-executivos revelou que 39% estão "muito confiantes" que a receita de suas empresas irão crescer em 2014, contra 36% um ano atrás. Mesmo o tema sobre os mercados emergentes, visto com incerteza por esses executivos no que diz respeito ao crescimento, será rebatido na exposição de Dilma, na sexta-feira 24.

Mantega ressaltou que o Brasil se prepara, junto com o resto do mundo, para a superação da crise econômica, o que vai trazer taxas maiores de crescimento. O ministro que participa, nesta quinta, de um debate sobre o Brics, bloco formado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, também rebateu a constatação de Klaus Schwab de que o Brasil "tem os ingredientes para sair da crise de meia idade" em que se encontra. "Não há crise de meia idade e, sim, crise da economia mundial", disse em Davos.

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Segundo Mantega, se tem feito uma avaliação errada de que, com a recuperação da economia, os países avançados recuperarão a dianteira do crescimento. "Os analistas acham que os países avançados agora vão liderar o crescimento mundial. Eu acho que isso é um equívoco. (...) Os Brics, mesmo nesse momento de crise, continuaram crescendo muito acima do que as taxas dos países avançados. Na medida em que o comércio mundial se reativar, voltar a crescer a taxas um pouco maiores, os Brics, que estão crescendo menos do que cresciam nas suas taxas históricas, voltarão a acelerar as suas taxas de crescimento", ressaltou.

Abaixo, notícia da Agência Reuters sobre entrevista do ministro Guido Mantega em Davos:

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Presidente do Barça decide renunciar após polêmica sobre contrato de Neymar

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014 14:28 BRST
 

MADRI, 23 Jan (Reuters) - O presidente do Barcelona, Sandro Rosell, decidiu renunciar ao cargo, disseram veículos da imprensa catalã nesta quinta-feira, um dia depois de um juiz aceitar um pedido de investigação do contrato do atacante brasileiro Neymar.

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Rosell, que está no cargo desde 2010, tomou a decisão durante uma reunião pela manhã com vários dirigentes do clube e a anunciará oficialmente à tarde, de acordo com a emissora TV3.

O Barça não quis comentar a informação, limitando-se a dizer que foi convocada uma reunião de emergência da junta diretiva do clube para esta tarde.

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Na quarta-feira, o juiz Pablo Ruz admitiu a tramitação de uma ação do sócio do Barça Jordi Cases contra Rosell pelo suposto crime de apropriação indébita na contratação do astro do Barcelona e da seleção brasileira.

Neymar foi a principal contratação da equipe catalã para atual temporada e o clube disse ter gasto 57,1 milhões de euros na transferência, embora um promotor tenha pedido a investigação de um pagamento de 40 milhões de euros a uma empresa que seria de propriedade do pai de Neymar.

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O juiz ainda não decidiu se convocará Rosell, que nesta semana se ofereceu para prestar depoimento perante o magistrado.

(Reportagem de Teresa Larraz Mora)

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