Ações brasileiras já desabaram nos mercados internacionais

A crise política no Brasil, causada pela delação de Joesley Batista, já afeta as ações de empresas brasileiras nos mercados internacionais; as denúncias atingiram em cheio os ADRs (American Depositary Receipts), recibos de ações de empresas brasileiras negociados na bolsa de Nova York; nas operações eletrônicas de “after hours”, após o fechamento do pregão regular, os papéis das companhias do país contam com sete entre as dez maiores quedas da lista

Brasil, S�o Paulo, SP. 05/10/2010. Geral da BM&F BOVESPA(Bolsa de Valores, Mercadorias & Futuros) localizada no centro de S�o Paulo. - Cr�dito:AYRTON VIGNOLA/AG�NCIA ESTADO/AE/C�digo imagem:68682
Brasil, S�o Paulo, SP. 05/10/2010. Geral da BM&F BOVESPA(Bolsa de Valores, Mercadorias & Futuros) localizada no centro de S�o Paulo. - Cr�dito:AYRTON VIGNOLA/AG�NCIA ESTADO/AE/C�digo imagem:68682 (Foto: Giuliana Miranda)


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247 - A crise política no Brasil, causada pela delação de Joesley Batista, já afeta as ações de empresas brasileiras nos mercados internacionais.

As denúncias atingiram em cheio os ADRs (American Depositary Receipts), recibos de ações de empresas brasileiras negociados na bolsa de Nova York. Nas operações eletrônicas de “after hours”, após o fechamento do pregão regular, os papéis das companhias do país contam com sete entre as dez maiores quedas da lista.

As informações são de reportagem do Valor.

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"ADRs lastreados em Petrobras ON recuavam por volta de 21h30 (de Brasília) 11,08%, na liderança da lista de perdas. Os recibos com lastro em Ambev ON recuavam 10,11%, Itau Unibanco ON perdiam 7,42%, Gerdau ON tinham baixa de 7,21, Vale ON apresentavam queda de 7,14%, Banco Santander Brasil Unit caíam 4,98% e Embraer ON declinavam 4,97%.

As negociações dos papéis dão uma pista sobre como poderá ser o desempenho dos ativos brasileiros quando o mercado regular abrir na quinta-feira de manhã.

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O mercado acionário brasileiro deve ter uma reação bastante negativa à denúncia de que o presidente Michel Temer concordou com o pagamento de propina ao ex-deputado Eduardo Cunha para que o parlamentar não envolvesse o governo em relatos de corrupção, na opinião de Wagner Salaverry, diretor de renda variável do fundo Quantitas."

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