Acionista da Petrobras se preocupa com aumento, não com Pasadena
"Esse assunto não tem relevância em termos de investimento e de resultados para a empresa", afirma Nick Robinson, diretor no Brasil da escocesa Aberdeen, que detém 5% das ações preferenciais da estatal; segundo ele, polêmica compra da refinaria de Pasadena "não é relevante" no cenário econômico, "a precificação dos produtos é"
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247 – A polêmica compra da refinaria de Pasadena pela Petrobras, que tem causado alvoroço no cenário político brasileiro, não é relevante no contexto econômico. A avaliação é de Nick Robinson, diretor no Brasil da escocesa Aberdeen, maior gestora de recursos da Europa, que detém 5% das ações preferenciais da Petrobras.
Segundo ele, quando se investem em grandes estatais pelo mundo, assuntos parecidos surgem. No caso do Brasil, ganhou relevância política, a sete meses das eleições presidenciais. "No contexto econômico, entretanto, esse assunto não é relevante. A precificação dos produtos é. A Petrobrás é uma das exploradoras de petróleo mais eficientes do mundo, mas perde muito dinheiro na venda de seus produtos", diz.
Nas últimas duas semanas, em meio a um fogo cruzado com denúncias da imprensa e críticas diárias da oposição, que protocolou pedido para a criação de uma CPI da Petrobras no Senado, a empresa teve alta de 25% na Bolsa de Valores, depois de ter atingido os menores níveis em oito anos, conforme aponta reportagem do jornal O Estado de S. Paulo.
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