Abreu: BB aposta em renegociação e crédito seguro

Segundo o presidente do Banco do Brasil, Alexandre Abreu, a instituição continuará expandindo a oferta de crédito imobiliário, consignado e rural, apesar da crise, onde a inadimplência é menor e há boas garantias; além disso, destaca que a renegociação de dívidas, que saltou de R$ 8,6 bilhões em junho do ano passado para R$ 13,6 bilhões, é uma estratégia do banco; “é logico que a gente tem que tomar cuidado e ser conservador, mas, se o banco parar de trabalhar porque está com medo, ai sim a inadimplência acontece”, diz

Segundo o presidente do Banco do Brasil, Alexandre Abreu, a instituição continuará expandindo a oferta de crédito imobiliário, consignado e rural, apesar da crise, onde a inadimplência é menor e há boas garantias; além disso, destaca que a renegociação de dívidas, que saltou de R$ 8,6 bilhões em junho do ano passado para R$ 13,6 bilhões, é uma estratégia do banco; “é logico que a gente tem que tomar cuidado e ser conservador, mas, se o banco parar de trabalhar porque está com medo, ai sim a inadimplência acontece”, diz
Segundo o presidente do Banco do Brasil, Alexandre Abreu, a instituição continuará expandindo a oferta de crédito imobiliário, consignado e rural, apesar da crise, onde a inadimplência é menor e há boas garantias; além disso, destaca que a renegociação de dívidas, que saltou de R$ 8,6 bilhões em junho do ano passado para R$ 13,6 bilhões, é uma estratégia do banco; “é logico que a gente tem que tomar cuidado e ser conservador, mas, se o banco parar de trabalhar porque está com medo, ai sim a inadimplência acontece”, diz (Foto: Roberta Namour)


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247 – O presidente do Banco do Brasil, Alexandre Abreu, reafirmou a aposta da instituição na expansão da oferta de crédito imobiliário, consignado e rural, apesar da crise, onde a inadimplência é menor e há boas garantias.

Além disso, em entrevista ao Valor, destaca que a renegociação de dívidas, que saltou de R$ 8,6 bilhões em junho do ano passado para R$ 13,6 bilhões, é uma outra estratégia do banco.

“É logico que a gente tem que tomar cuidado e ser conservador, mas, se o banco parar de trabalhar porque está com medo, aí sim a inadimplência acontece”, diz (leia mais).

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