‘A Reforma da previdência de Bolsonaro não tem como meta resolver a desordem fiscal’
O economista Márcio Pochmann afirmou que, "apesar da retórica, o projeto de reforma da previdência de Bolsonaro não tem como meta resolver a desordem fiscal, fazer a economia crescer ou sustentar o pagamento de aposentadoria e pensão, mas garantir a solvabilidade da dívida pública e o pagamento de juros aos rentistas"
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247 - O economista Márcio Pochmann afirmou que, "apesar da retórica, o projeto de reforma da previdência de Bolsonaro não tem como meta resolver a desordem fiscal, fazer a economia crescer ou sustentar o pagamento de aposentadoria e pensão, mas garantir a solvabilidade da dívida pública e o pagamento de juros aos rentistas".
O estudioso também afirmou que o "governo Bolsonaro coloca 'pá de cal' na industrialização brasileira ao zerar as alíquotas de importação para 600 mercadorias nos segmentos da informática e bens de capital". "Em 2 anos, empregos e renda gerados internamente serão transferidos para o exterior, ao contrário do mundo", acrescentou.
Apesar da retórica, o projeto de reforma da previdência de Bolsonaro não tem como meta resolver a desordem fiscal, fazer a economia crescer ou sustentar o pagamento de aposentadoria e pensão, mas garantir a solvabilidade da dívida pública e o pagamento de juros aos rentistas.
— Marcio Pochmann (@MarcioPochmann) 1 de março de 2019continua após o anúncio
Governo Bolsonaro coloca "pá de cal" na industrialização brasileira ao zerar as alíquotas de importação para 600 mercadorias nos segmentos da informática e bens de capital. Em 2 anos, empregos e renda gerados internamente serão transferidos para o exterior, ao contrário do mundo.
— Marcio Pochmann (@MarcioPochmann) 1 de março de 2019
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