"A crise afetou o investimento, mas retomada começou"
Após a frustração com o resultado do PIB do terceiro trimestre, ministro Guido Mantega destaca, durante entrega do Prêmio Brasileiros do Ano, da revista Istoé, as vitórias de sua gestão à frente do Ministério da Fazenda
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247 - A semana passada não terminou bem para o ministro Guido Mantega, que teve de anunciar um frustrante crescimento de apenas 0,6% no PIB do terceiro trimestre de 2012, metade do esperado pelo mercado. Mas, nesta segunda-feira, ao ser homenageado pelo Prêmio Brasileiro do Ano, dado pela revista Istoé, o ministro destacou as credenciais que o sustentam há seis anos à frente da Fazenda.
"Até pouco tempo, o Brasil era um pais sem dinamismo, que sucumbia diante da primeira crise. Desde que me tornei ministro, em 2006, o Brasil cresceu a uma média de 4,6%, uma das mais altas da nossa história", destacou o ministro da Fazenda. "A crise internacional afetou o investimento, mas a retomada já começou", completou.
"O que mais me orgulha foi a queda do desemprego, de mais de 10% em 2006 a 5,3% em outubro, a menor taxa da história", destacou. "Pela primeira vez, o crescimento está sendo colocado a serviço da produção. E a queda dos juros é uma revolução", argumentou Mantega.
Para o ministro, "o Brasil não será mais conhecido como o pais dos rentistas. Além da queda nas tarifas de energia, virá uma grande desoneração tributária". Mantega disse ainda que "2012 foi um ano difícil, mas terminamos com a economia em franca aceleração".
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