Wagner Moura prega pacificação da polícia

Ator brasileiro mais consagrado, que viveu o Capitão Nascimento no cinema, diz que policiais desrespeitam os pobres e critica a "truculência" da corporação; eleitor de Marina Silva em 2010, ele afirma que Eduardo Campos, a quem respeita, ainda não o convenceu de que faz uma nova política

(Foto: Leonardo Attuch)


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247 - O ator baiano Wagner Moura concedeu uma entrevista ao jornalista Michel Alecrim, da revista Istoé, em que criticou duramente a ação da polícia no Brasil – e em especial no Rio de Janeiro (leia aqui a íntegra).

Ao falar sobres as Unidades de Polícia Pacificadora, ele afirmou que a polícia precisa ser pacificada. "As UPPs são muito bem-vindas e funcionam como um primeiro passo. O poder público precisava chegar às favelas, mas não só com a polícia. Faltam escola, creche, biblioteca, parque, tudo o que tem no asfalto. Antes, por outro lado, a polícia tem de ser pacificada. O que fizeram com o Amarildo dentro de uma Unidade Pacificadora é significativo do que eu estou dizendo. A mesma velha polícia agindo de forma desrespeitosa com as pessoas pobres", diz ele.

O ator também falou sobre as eleições de 2014. "Eu sempre declaro meu voto. Estou observando essa união entre a Marina Silva (filiada ao PSB e idealizadora da Rede Sustentabilidade) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). Tenho respeito pelo Campos e já apoiei publicamente a Marina, mas tudo o que o PSB não é, sinceramente, é uma nova forma de se fazer política, que é o que a Rede vinha apregoando. Estou esperando para ver como se darão as alianças, os palanques em São Paulo, Minas Gerais... Mas participar (de campanha política) não estou a fim."

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