Quem vai para a Cultura: Fernando Morais ou Juca Ferreira?

"A presidente Dilma praticamente concluiu sua reforma ministerial para o segundo governo. Falta decidir entre Juca Ferreira e Fernando Morais para a Cultura, e o anúncio ainda pode ser feito hoje", informa a jornalista Tereza Cruvinel; "é voz corrente no Itamaraty que pode não haver mudança ali antes da posse"

"A presidente Dilma praticamente concluiu sua reforma ministerial para o segundo governo. Falta decidir entre Juca Ferreira e Fernando Morais para a Cultura, e o anúncio ainda pode ser feito hoje", informa a jornalista Tereza Cruvinel; "é voz corrente no Itamaraty que pode não haver mudança ali antes da posse"
"A presidente Dilma praticamente concluiu sua reforma ministerial para o segundo governo. Falta decidir entre Juca Ferreira e Fernando Morais para a Cultura, e o anúncio ainda pode ser feito hoje", informa a jornalista Tereza Cruvinel; "é voz corrente no Itamaraty que pode não haver mudança ali antes da posse" (Foto: Leonardo Attuch)


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Por Tereza Cruvinel

A presidente Dilma praticamente concluiu sua reforma ministerial para o segundo governo. Falta decidir entre Juca Ferreira e Fernando Morais para a Cultura, e o anúncio ainda pode ser feito hoje. É voz corrente no Itamaraty que pode não haver mudança ali antes da posse. O Planalto deve divulgar também hoje a lista dos ministros que continuarão à frente de suas pastas, encabeçada pelo chefe do Gabinete Civil, Aloizio Mercadante e pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso.

A pendência no Trabalho ficou resolvida com a permanência de Manoel Dias, do PDT, apesar da reivindicação do PT, que não se sente entretanto compensado com a escolha de Carlos Gabas para a Previdência. Os petistas colocam esta escolha na cota pessoal de Dilma.

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Num balanço quantitativo da reforma, Dilma substituiu metade dos ministros, ou 19 dos 38. Mas como quatro foram remanejados, ela alterou a composição de 21 ministérios. Uma boa mexida.

Ideologicamente, mesmo com o crescimento do centro, o ministério passou a refletir melhor a composição partidária da coalizão, numa clara aposta na governabilidade e nos tempos de luta política que se anunciam. O PT perdeu o MEC, é verdade, mas teve um ganho qualitativo importante com a transferência de Berzoini para o Minicom e a ida de Patrus Ananias para a Reforma Agrária, área em que o governo Dilma avançou muito pouco no primeiro mandato, em comparação com os resultados de Lula e de FHC.

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