Paiva ironiza ataques da direita a Jango
Jornalista e escritor Marcelo Rubens Paiva diz que o único que respeitou as regras estabelecidas em 1964 foi justamente ele, "o desordeiro Jango - latifundiário acusado de ligações com comunistas, que empregou o diplomata Tiago Dantas, o banqueiro Walter Salles (ministro da Fazenda), e o empresário José Ermírio de Moraes (ministro da Agricultura)"
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247 - Colunista Marcelo Rubens Paiva derruba a versão de ‘desordeiro’ de João Goulart. Diz que, em 1964, o Brasil vivia um conflito ideologicamente polarizado. “Mas o único que respeitou as regras estabelecidas foi justamente ele, o desordeiro Jango - latifundiário acusado de ligações com comunistas, que empregou o diplomata Tiago Dantas, o banqueiro Walter Salles (ministro da Fazenda), e o empresário José Ermírio de Moraes (ministro da Agricultura)”.
Ele lembra que, numa época em que se votava separadamente para presidente e vice, Jango foi eleito vice-presidente em 1955 com mais votos do que o presidente eleito, Juscelino Kubitschek. Em 1960, foi reeleito vice-presidente de Jânio Quadros.
Paiva ressalta que ele lançou o Plano Trienal: reformas institucionais para controlar o déficit público, reforma bancária para ampliar acesso ao crédito de produtores, nacionalização de setores de energia elétrica, refino de petróleo e químico-farmacêutico, reforma educacional para combater o analfabetismo com Método Paulo Freire, abolição da cátedra vitalícia (leia mais).
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