NYT: ato contra o golpe abafou expectativas de Aquarius ao Oscar

Jornal norte-americano destaca observações de críticos brasileiros que afirmam que a escolha do filme que representaria o País na disputa pelo prêmio do cinema nos Estados Unidos não teve "nada a ver com os méritos artísticos do filme. Ao contrário, eles condenam a decisão como uma forma de retaliação política, feita exclusivamente por causa do elenco e desgosto público da equipe de novo presidente do Brasil, Michel Temer"

Jornal norte-americano destaca observações de críticos brasileiros que afirmam que a escolha do filme que representaria o País na disputa pelo prêmio do cinema nos Estados Unidos não teve "nada a ver com os méritos artísticos do filme. Ao contrário, eles condenam a decisão como uma forma de retaliação política, feita exclusivamente por causa do elenco e desgosto público da equipe de novo presidente do Brasil, Michel Temer"
Jornal norte-americano destaca observações de críticos brasileiros que afirmam que a escolha do filme que representaria o País na disputa pelo prêmio do cinema nos Estados Unidos não teve "nada a ver com os méritos artísticos do filme. Ao contrário, eles condenam a decisão como uma forma de retaliação política, feita exclusivamente por causa do elenco e desgosto público da equipe de novo presidente do Brasil, Michel Temer" (Foto: Gisele Federicce)


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247 – Uma reportagem publicada no jornal The New York Times nessa semana afirma que a polícia no Brasil abafou a ambição de um filme ao Oscar esse ano. O texto faz referência a Aquarius, de Kléber Mendonça Filho, e o protesto do elenco contra Michel Temer e pela democracia no tapete vermelho do Festival de Cannes em maio.

O NYT destaca observações de críticos brasileiros que afirmam que a escolha de Pequeno Segredo para representar o Brasil na disputa pelo prêmio do cinema não teve "nada a ver com os méritos artísticos do filme. Ao contrário, eles condenam a decisão como uma forma de retaliação política, feita exclusivamente por causa do elenco e desgosto público da equipe de novo presidente do Brasil, Michel Temer".

A matéria relata a polêmica ocorrida com as acusações de que o comitê responsável pela escolha do filme era parcial, a decisão de dois diretores de retirarem seus filmes da disputa por consideração a Kléber Mendonça, a saída de dois integrantes do grupo e ainda a classificação etária de 18 anos imposta pelo Ministério da Justiça do governo Temer – o que foi revertido depois para 16 anos, após muitas críticas de censura.

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