Galeano renega seu maior clássico: "texto ruim"

Uruguaio Eduardo Galeano diz que "As Veias Abertas da América Latina" pretendia ser um livro de economia política, mas que ele não tinha o treinamento e o preparo necessários: "Eu não seria capaz de reler esse livro; cairia dormindo. Para mim, essa prosa da esquerda tradicional é extremamente árida, e meu físico já não a tolera"

Uruguaio Eduardo Galeano diz que "As Veias Abertas da América Latina" pretendia ser um livro de economia política, mas que ele não tinha o treinamento e o preparo necessários: "Eu não seria capaz de reler esse livro; cairia dormindo. Para mim, essa prosa da esquerda tradicional é extremamente árida, e meu físico já não a tolera"
Uruguaio Eduardo Galeano diz que "As Veias Abertas da América Latina" pretendia ser um livro de economia política, mas que ele não tinha o treinamento e o preparo necessários: "Eu não seria capaz de reler esse livro; cairia dormindo. Para mim, essa prosa da esquerda tradicional é extremamente árida, e meu físico já não a tolera" (Foto: Roberta Namour)


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247 – O escritor Eduardo Galeano colocou em questão seu maior clássico: "As Veias Abertas da América Latina", publicado nos anos 70.

Aos 73 anos, o uruguaio Galeano renegou o livro, afirmando que o texto era ruim.

“Veias Abertas' pretendia ser um livro de economia política, mas eu não tinha o treinamento e o preparo necessários", disse Galeano em uma feira de livros no Brasil, em homenageado pelo 43º aniversário da publicação do livro.

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Ele afirma ainda que não seria capaz de reler esse livro: “cairia dormindo. Para mim, essa prosa da esquerda tradicional é extremamente árida, e meu físico já não a tolera".

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