Fernanda Torres vê Copa assombrada por 1950
Segundo a atriz, quarenta e quatro anos depois, a política volta a se imiscuir no amor pela camisa; ‘cenário é menos radical (do que o da ditadura militar), mais democrático, mas a conjunção astral que alinhou Copa e eleição acabou por acirrar as tensões comuns aos dois eventos’; mesmo assim, ela diz que pretende se dedicar por um mês ao Mundial: “Não defendo a alienação, mas alguma redenção é necessária”
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247 – A atriz Fernanda Torres vê o fantasma de 1950 assombrar a Copa de 2014: “Após 44 anos da Copa-70, na ditadura, a política volta a se imiscuir no amor pela camisa”.
Segundo ela, o cenário é menos radical, mais democrático, mas a conjunção astral que alinhou Copa e eleição acabou por acirrar as tensões comuns aos dois eventos.
A atriz fala de clima tenso no Rio a diz que, “se cairmos nas quartas ou nas oitavas, corremos o risco da ira do Não Vai Ter Copa se juntar à dos black blocks, às greves, aos interesses das facções criminosas e ao uso político das manifestações de massa, culminando num quebra-quebra difícil de ser controlado”.
Mesmo assim, afirma que vai dedicar um mês à Copa: “Não defendo a alienação, mas alguma redenção é necessária” (leia mais).
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