Fernanda Torres: Funarte demoniza artistas, em vez de protegê-los

Atriz e escritora critica duramente Francisco Bosco, presidente da Funarte, por dizer que seu pai, João Bosco, "teve dignidade suficiente para não ter feito uso das leis de incentivo à cultura" e que o "subsídio a artistas consagrados rouba o espaço dos menos favorecidos"; 'A Funarte deveria proteger o artista, não demonizá-lo', diz Fernanda

Atriz e escritora critica duramente Francisco Bosco, presidente da Funarte, por dizer que seu pai, João Bosco, "teve dignidade suficiente para não ter feito uso das leis de incentivo à cultura" e que o "subsídio a artistas consagrados rouba o espaço dos menos favorecidos"; 'A Funarte deveria proteger o artista, não demonizá-lo', diz Fernanda
Atriz e escritora critica duramente Francisco Bosco, presidente da Funarte, por dizer que seu pai, João Bosco, "teve dignidade suficiente para não ter feito uso das leis de incentivo à cultura" e que o "subsídio a artistas consagrados rouba o espaço dos menos favorecidos"; 'A Funarte deveria proteger o artista, não demonizá-lo', diz Fernanda (Foto: Gisele Federicce)


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247 – A atriz e escritora Fernanda Torres protesta em artigo na Folha de S. Paulo contra o presidente da Funarte, Francisco Bosco, quem, segundo ela, demoniza artistas, em vez de protegê-los.

Ela menciona uma declaração de Bosco em entrevista ao Valor Econômico em que diz que seu pai, João Bosco, "teve dignidade suficiente para não ter feito uso das leis de incentivo à cultura" e que o "subsídio a artistas consagrados rouba o espaço dos menos favorecidos". Um exemplo seria Roberto Carlos.

"Consagrado é um termo genérico de difícil definição. Que linha separa o consagrado do resto? Um contrato de televisão? O número de DVDs vendidos? Em que momento um artista deixa de ser digno da lei?", pergunta Fernanda.

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"A Funarte exerceria um papel mais profícuo se agisse contra a informalidade, desburocratizando o setor, regularizando as relações de contrato entre produtores, artistas, técnicos e salas de espetáculo, buscando saídas para a bitributação", defende.

Segundo ela, "o inimigo do artista não é o próprio artista, como faz crer a entrevista de Bosco. Um 'consagrado', palavra nefanda, é alguém que, apesar das violentas reviravoltas do país, teve fôlego para chegar até aqui. A Funarte deveria protegê-lo, não demonizá-lo".

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Leia aqui a íntegra.

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