Dilma lamenta morte “trágica” de Eduardo Coutinho
"O Brasil e o cinema brasileiro perderam ontem seu maior documentarista", escreveu a presidente em sua conta no Twitter; suspeito pela morte do pai, Daniel Coutinho, que está hospitalizado, foi preso na tarde de ontem
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247 - A presidente Dilma Rousseff lamentou, na manhã desta segunda-feira 3, a morte do documentarista brasileiro Eduardo Coutinho. O cineasta foi morto a facadas e o principal suspeito é o filho, Daniel Coutinho, que está hospitalizado.
"Foi com tristeza que soube da trágica morte do cineasta Eduardo Coutinho, autor de 'Cabra Marcado para Morrer', 'Peões' e 'Edifício Master'", escreveu Dilma, em sua conta no Twitter.
"Coutinho deixava que os personagens contassem suas histórias com suas próprias palavras, criando assim uma relação direta com o espectador", continuou Dilma. Em seguida, a presidente afirmou: "O Brasil e o cinema brasileiro perderam ontem seu maior documentarista".
De acordo com a Polícia Civil, Daniel esfaqueou o pai e a mãe, Maria das Dores Coutinho, na residência da família, na Lagoa, zona sul do Rio, e depois tentou se matar. A mãe sobreviveu ao ataque e também está internada no Hospital Miguel Couto.
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