DCM revela como Lobão meteu os pés pelas mãos
Artigo do diretor-adjunto Kiko Nogueira contesta a surpresa de Lobão ao perceber que sua marcha pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff não era democrática; "Sua surpresa ao ver malucos pedindo o retorno dos militares não tem lógica. Não existe almoço grátis. Não faz sentido apregoar o ódio, a obsessão, o golpismo, a histeria, a paranoia e ficar surpreso quando monstros aparecem", diz ele
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247 - O jornalista Kiko Nogueira, diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo, fez observações interessantes sobre a surpresa de Lobão ao se deparar com grupos golpistas em sua marcha "democrática" pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, reeleita há menos de um mês (leia aqui).
Leia um trecho:
"O cantor chegou à Avenida Paulista, ponto de encontro da passeata, e deu de cara com um caminhão de som com pessoas pedindo a intervenção militar. Ficou irritado e deu marcha à ré, indignado com o que entendeu como não cumprimento do suposto combinado.
Lobão acha que essa reivindicação, especificamente, não cabe nos protestos. Olavo de Carvalho, seu guru, considera que, para tirar o PT, vale até o PCC. O deputado eleito Eduardo Bolsonaro, que levou uma pistola à manifestação passada, desta vez disse que tinha gente armada por ele (??). O Coronel Telhada desfilou e lembrou que “lugar de bandido é na cadeia, e não governando”.
Lobão acabou se encaminhando, mais tarde, para a praça da Sé, mas sua atitude provocou um tsunami entre seu povo escolhido. O ex-artista, eventualmente, deve estar se perguntando onde se meteu.
Sua surpresa ao ver malucos pedindo o retorno dos militares não tem lógica. Não existe almoço grátis. Não faz sentido apregoar o ódio, a obsessão, o golpismo, a histeria, a paranoia e ficar surpreso quando monstros aparecem.
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