Cuenca diz não defender o enforcamento da família Bolsonaro com tripas de evangélicos

Escritor explica sua declaração, que lhe rendeu perseguições de pastores e afastamento da Deutsche Welle

J. P. Cuenca
J. P. Cuenca (Foto: Reprodução)


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247 – O escritor João Paulo Cuenca concedeu uma entrevista à jornalista Mônica Bergamo, em que explicou a ação persecutória que sofre de pastores evangélicos depois de uma polêmica declaração. “O brasileiro só será livre quando o último Bolsonaro for enforcado nas tripas do último pastor da Igreja Universal”, escreveu Cuenca, o que lhe rendeu 134 ações judiciais que somam quase R$ 2,3 milhões em pedidos de indenizações.

A mensagem foi baseada na frase de Jean Meslier, autor do século 18, cuja versão original afirma que “o homem só será livre quando o último rei for enforcado nas tripas do último padre”. “Das centenas de milhares de pessoas que já fizeram uma paráfrase do Meslier nos últimos 300 anos, não sei de ninguém que sofreu tantos processos e que perdeu o emprego”, disse ele. “Dizer que eu estou clamando pelo enforcamento dos Bolsonaros, a sátira não tem esse sentido. Não estou clamando pelo enforcamento de ninguém. Só acho que esses indivíduos têm que estar longe do Estado, de Brasília”.

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