Charge Falada conversa com o cartunista Zélio
Embora hoje mais artista plástico do que cartunista, Zélio conta no programa com Miguel Paiva e Aroeira ser “fã de charge”. Ele faz parte da famosa família Pinto (de Ziraldo, Ciça e outros nomes)
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247 - A conversa com Zélio no podcast Charge Falada desta semana foi uma espécie de continuação do ‘papão em família’. Quando falamos de família, nos referimos à família Pinto: Ziraldo Pinto, Zélio Pinto, Ciça Pinto, Daniela Thomas (Pinto), Fabrizia e Antonio Pinto, sem falar do ator Fernando Pinto, filho do Zélio e do André Pinto, sobrinho e diretor de cinema. Ufa! É uma família artística.
Na semana passada, os cartunistas Miguel Paiva e Renato Aroeira, que apresentam o programa, conversaram com Ciça, que está casada com Zélio desde sempre. Um casal de cartunistas. Coisa rara. Zélio hoje é mais artista plástico do que cartunista, mas mantém a visão do humor gráfico presente nas suas obras.
“Sou fã da charge. Chargista pega no pulo! O cartunista é diferente; pega, leva pra casa e pensa”, contou o entrevistado.
Zélio é incansável. Só assim você pode conviver feliz com o fato de ser irmão do mais incansável ainda, Ziraldo. Ambos conviveram com a charge política por muito tempo nos jornais brasileiros. Zélio sempre teve um traço elegante, bem definido como seu irmão mais velho, mas mantendo características muito pessoais. Vieram de Minas e diferente de Ziraldo que ficou no Rio, Zélio foi para São Paulo.
Ele é praticamente um paulista honorário. E de lá Zélio observa a realidade brasileira e atualmente a carioca que vive um dos seus momentos mais dramáticos. Falando nisso, ele fez a escolha da sua Charge Histórica lembrando do grande caricaturista ítalo/ argentino Lan que adotou o Rio como sua casa.
“A minha charge histórica é um desenho do Lan do Rio de Janeiro e todas as suas lindas curvas, mas todo crivado de balas. Isto foi dos anos 70”, contou ainda o convidado.
Nada mais atual nessa cidade tão sacrificada pelos governos incompetentes e criminosos que a governam. Zélio continua a tradição quase que inevitável do papo com cartunistas mineiros. Minas e o cartum se casaram e se estabeleceram no nosso panorama humorístico. Mas tudo bem. São excelentes cartunistas e bons de papo. E olha que ainda faltam muitos para avançarmos na lista.
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