Caetano: 'Rolezinho' é a sociedade se mexendo

Cantor criticou a cobertura sobre o movimento: "A imprensa deixou que se pensasse tratar-se de exibição ostensiva de garotada da periferia em shoppings de alta classe média, dando uma impressão de invasão, quando na verdade são encontros que se dão em shoppings da periferia"; quanto às manifestações violentas com participação de Black Blocs, diz que "os nós de nossa estrutura social brutal não podem se desfazer sem dor"

Cantor criticou a cobertura sobre o movimento: "A imprensa deixou que se pensasse tratar-se de exibição ostensiva de garotada da periferia em shoppings de alta classe média, dando uma impressão de invasão, quando na verdade são encontros que se dão em shoppings da periferia"; quanto às manifestações violentas com participação de Black Blocs, diz que "os nós de nossa estrutura social brutal não podem se desfazer sem dor"
Cantor criticou a cobertura sobre o movimento: "A imprensa deixou que se pensasse tratar-se de exibição ostensiva de garotada da periferia em shoppings de alta classe média, dando uma impressão de invasão, quando na verdade são encontros que se dão em shoppings da periferia"; quanto às manifestações violentas com participação de Black Blocs, diz que "os nós de nossa estrutura social brutal não podem se desfazer sem dor" (Foto: Roberta Namour)


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247 – Para Caetano Veloso, "Rolezinho" é uma palavra linda; “é a sociedade brasileira se mexendo." Em entrevista à Folha de S. Paulo, o cantor critica a forma com que a mídia cobriu o movimento: “A imprensa deixou que se pensasse tratar-se de exibição ostensiva de garotada da periferia em shoppings de alta classe média, dando uma impressão de invasão, quando na verdade são encontros que se dão em shoppings da periferia”.

Defensor declarado do Black Bloc, ele fala também sobre as recentes manifestações contra a Copa: “Não gosto de violência nem desejo insuflar o entusiasmo de jovens narcisistas que adoram se sentir salvadores da humanidade. Mas, como disse, os nós de nossa estrutura social brutal não podem se desfazer sem dor”.

Segundo ele, o lado conservador do brasileiro irá neutralizar os protestos: “Mas, do jeito que anda o mundo, é sempre possível que um fato pequeno, corriqueiro, desencadeie uma nova onda, talvez muito mais forte e incontrolável” (leia na íntegra).

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