Barreto vai filmar "história sincera do mensalão"
Produtor e amigo de José Dirceu vai contratar seis cineastas para dirigir o documentário "60 Anos que Abalaram o Brasil". Cada um ficará responsável por uma década, de 1954, ano do suicídio de Getúlio Vargas, a 2014. Convidará Tata Amaral, que já está fazendo um filme sobre o ex-ministro, além de Cacá Diegues, Bruno Barreto, Daniel Tendler e Hector Babenco
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247 – O julgamento do chamado “mensalão” no STF vai invadir as telas do cinema nos próximos anos. Além de "AP 470 - O Golpe Jurídico", que foi divulgado por Zé de Abreu no Twitter, produtor Luiz Carlos Barreto vai filmar "60 Anos que Abalaram o Brasil", que promete “a história correta, sincera e honesta” do caso. Leia na nota de Mônica Bergamo, da Folha:
MENSALÃO NA VEIA
Mais um filme terá o mensalão como um de seus temas principais. O produtor Luiz Carlos Barreto está contratando seis cineastas para dirigir o documentário "60 Anos que Abalaram o Brasil". Cada um ficará responsável por uma década, de 1954, ano do suicídio de Getúlio Vargas, a 2014.
NA VEIA 2
"Vamos contar a história correta, sincera e honesta do mensalão e de outros episódios, como o golpe de 1964", diz Barreto, que é amigo de José Dirceu e sempre o apoiou. Ele afirma ainda que está inscrevendo o projeto na Ancine para captar recursos. "Vamos vasculhar os escaninhos da história, vamos entrar na alma, no corpo e no cérebro da nação", diz.
CEREJA
Barreto convidará a cineasta Tata Amaral, que já está fazendo um filme sobre Dirceu, para dirigir uma das "décadas". Pensa também em Cacá Diegues, Bruno Barreto, Daniel Tendler e Hector Babenco.
MEU TIPO
E o ator José de Abreu, que anunciou que produzirá o filme "AP 470 - O Golpe Jurídico", sobre o julgamento, ainda não escolheu o ministro que interpretará. Mas diz que pode ser Ricardo Lewandowski, que se alinhou com parte das teses da defesa. "Não é uma escolha ideológica e sim pelo tipo físico", diz. "Sou de esquerda e, no filme Lamarca', interpretei o militar que o matou", afirma.
PORTA ABERTA
Ao contrário de outros magistrados, Lewandowski não se oporia à escolha.
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