Vinho protege da Covid-19 e cerveja aumenta riscos; Entenda

Descobertas foram publicadas na revista científica National Library of Medicine

O objetivo é aumentar em 15% até 2016 a comercialização dos vinhos, espumantes e sucos de uva brasileiros no mercado interno junto aos pequenos negócios de alimentação fora do lar, por meio da qualificação do serviço do vinho no on-trade. O projeto tem como meta qualificar mil pequenos empreendimentos com média de três pessoas por empresa nas cidades de Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campinas (SP), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Gramado (RS), Manaus (AM), Natal (RN), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e  São Paulo (SP)
O objetivo é aumentar em 15% até 2016 a comercialização dos vinhos, espumantes e sucos de uva brasileiros no mercado interno junto aos pequenos negócios de alimentação fora do lar, por meio da qualificação do serviço do vinho no on-trade. O projeto tem como meta qualificar mil pequenos empreendimentos com média de três pessoas por empresa nas cidades de Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campinas (SP), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Gramado (RS), Manaus (AM), Natal (RN), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e  São Paulo (SP) (Foto: Divulgação)


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247 - O vinho pode te proteger da covid-19, enquanto a cerveja aumenta os riscos. A afirmação vem de uma pesquisa conduzida por uma equipe do Hospital Shenzhen Kangning (China) e do Southwest Hospital (EUA), cujas descobertas foram publicadas na revista científica National Library of Medicine. A informação é do portal Canaltech.

Basicamente, o estudo comparou o consumo de determinadas bebidas alcoólicas e o risco de contrair covid-19. Depois de avaliar os hábitos de 473.957 pessoas registradas em um banco de dados (dessas, 16.559 testaram positivo para o vírus), os pesquisadores concluíram que o consumo de cerveja e cidra aumenta o risco de infecção em 28%.

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Da mesma forma, o alto consumo de destilados também mostrou relação com o risco de contrair a doença. Por outro lado, o alto consumo de vinho tinto, vinho branco e champagne (um a quatro copos por semana) pareceu levar a um risco 8% menor de contrair a covid-19. Já os consumidores de vinho fortificado se depararam com um risco 12% menor de infecção.

A proteção encontrada no vinho foi associada ao alto teor de polifenóis (compostos orgânicos presentes em várias plantas e frutas, como as uvas, sob a premissa de protegê-las contra insetos, radiação ultravioleta e infecções microbianas). De acordo com o estudo, o vinho poderia inibir o efeito de vírus causadores de gripes e infecções relacionadas ao trato respiratório.

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“O consumo de cerveja e cidra não é recomendado durante as epidemias. As orientações de saúde pública devem se concentrar na redução do risco de covid-19, defendendo hábitos de vida saudáveis e políticas preferenciais entre os consumidores de cerveja e cidra”, conclui o estudo.

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