Sequelas da Covid aumentam risco de morte para recuperados, diz estudo
Pesquisa afirma que sobreviventes apresentam 59% mais chances de falecer em seis meses do que pessoas não contaminadas pelo coronavírus
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
Metrópoles - Um estudo sobre a Covid persistente, um dos termos que se refere aos sintomas que permanecem após a Covid-19, indica que pessoas que se curaram da doença têm 59% mais chances de morrer dentro de seis meses do que as pessoas que não foram contaminadas pelo coronavírus. A pesquisa foi publicada nesta quinta-feira (22/4) na revista científica Nature.
Os pesquisadores identificaram diversas sequelas ocasionadas pela Covid-19 em recuperados, incluindo no sistema respiratório e no sistema nervoso, além de distúrbios neurocognitivos, de saúde mental, metabólicos, cardiovasculares e gastrointestinais.
Outros sintomas relatados pelos participantes foram mal-estar, fadiga, dores musculoesqueléticas e anemia. Os ex-pacientes afirmaram, ainda, que aumentaram o uso de analgésicos, antidepressivos, ansiolíticos, anti-hipertensivos e hipoglicemiantes orais.
Continue lendo na Metrópoles.
Inscreva-se no canal de cortes da TV 247 e saiba mais:
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247