Sequelas da Covid aumentam risco de morte para recuperados, diz estudo

Pesquisa afirma que sobreviventes apresentam 59% mais chances de falecer em seis meses do que pessoas não contaminadas pelo coronavírus

Nova avalanche da Covid-19 no Brasil preocupa autoridades médicas
Nova avalanche da Covid-19 no Brasil preocupa autoridades médicas (Foto: Agência Brasil)


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Metrópoles - Um estudo sobre a Covid persistente, um dos termos que se refere aos sintomas que permanecem após a Covid-19, indica que pessoas que se curaram da doença têm 59% mais chances de morrer dentro de seis meses do que as pessoas que não foram contaminadas pelo coronavírus. A pesquisa foi publicada nesta quinta-feira (22/4) na revista científica Nature.

Os pesquisadores identificaram diversas sequelas ocasionadas pela Covid-19 em recuperados, incluindo no sistema respiratório e no sistema nervoso, além de distúrbios neurocognitivos, de saúde mental, metabólicos, cardiovasculares e gastrointestinais.

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Outros sintomas relatados pelos participantes foram mal-estar, fadiga, dores musculoesqueléticas e anemia. Os ex-pacientes afirmaram, ainda, que aumentaram o uso de analgésicos, antidepressivos, ansiolíticos, anti-hipertensivos e hipoglicemiantes orais.

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