Sem data prevista para entrega da Pfizer, terceira dose da vacinação contra Covid-19 pode ficar comprometida

Impasse está no contrato da Pfizer com o Ministério da Saúde, que não obriga a farmacêutica a fazer a entrega de forma escalonada. O envio de cerca de 100 milhões de doses está comprometido

(Foto: REUTERS/Dado Ruvic)


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247 - A estratégia de vacinar com a terceira dose contra a Covid-19 médicos e idosos pode não acontecer ainda em 2021 se a Pfizer, principal fornecedora de vacinas ao país neste terceiro semestre, não apresentar uma data para fazer a entrega dos imunizantes.

De acordo com reportagem do jornal Folha de S. Paulo, o impasse está no contrato da Pfizer com o Ministério da Saúde. A Pfizer deve disponibilizar cerca de 100 milhões de doses ao Brasil entre outubro e dezembro. No entanto,  o documento não obriga a farmacêutica a fazer as entregas de forma escalonada, podendo, inclusive, deixar para fazer as entregas somente em dezembro.

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Caso a entrega seja feita apenas no final do ano, a terceira dose da vacina, inicialmente destinada a médicos e idosos, só poderá ocorrer em 2022.

Além da Pfizer, outros imunizantes estão previstos para serem entregues em outubro: 63 milhões de doses da Oxford/AstraZeneca e 36 milhões da Janssen. 

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