Saúde muda cálculo de distribuição de vacinas para compensar estados que receberam menos

Dados apresentados pelo ministério mostram que, na distribuição feita até agora, pelo menos 12 estados receberam menos vacinas do que deveriam, de acordo com o critério populacional

Vacinação contra a COVID-19.
Vacinação contra a COVID-19. (Foto: GOVSP)


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Por Lisandra Paraguassu (Reuters) - O Ministério da Saúde mudou o cálculo de distribuição de vacinas e vai compensar Estados que, até agora, receberam menos doses por número de habitantes, informou nesta quarta-feira o ministro Marcelo Queiroga.

A mudança foi decidida para acompanhar a alteração do plano de vacinação de grupos prioritários para faixas etárias.

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De acordo com o secretário-executivo do ministério, Rodrigo Cruz, até o momento a distribuição era calculada pela quantidade de pessoas por grupos prioritários, como estava previsto inicialmente no Plano Nacional de Imunização.

Com a entrada de vacinação por faixa etária, de acordo com Cruz, o ministério irá fazer um ajuste na distribuição, com o cálculo da quantidade de pessoas acima de 18 anos que ainda não receberam a primeira dose das vacinas.

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"Discrepâncias eram esperadas porque a lógica da distribuição era a de grupos prioritários", disse. "Precisamos agora ajustar a distribuição para que seja mais equânime para o país. Os novos critérios levaram em conta toda a população acima de 18 anos que ainda não recebeu primeira dose."

Dados apresentados pelo ministério mostram que, na distribuição feita até agora, com prioridade para grupos prioritários, pelo menos 12 Estados receberam menos vacinas do que deveriam, de acordo com o critério populacional.

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O ministro da Saúde pediu ainda que os Estados sigam a orientação prevista no PNI, sem adiantar a aplicação de terceira dose, por exemplo, para que seja possível cumprir a meta de vacinação para todo país.

Segundo Queiroga, se mantido o atual ritmo de vacinação e entrega de doses, com a possível redução do intervalo de aplicação de vacinas da Pfizer para 21 dias, será possível ter 75% de toda a população brasileira adulta completamente vacinada até o final de outubro.

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