Representante chinês apela na ONU pelo fim da "lacuna de imunização" global
Para a China, a maior prioridade na luta global contra a pandemia é resolver o déficit vacinal e eliminar a lacuna existente
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Rádio Internacional da China - Na 49ª sessão do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, o representante diplomático da China pediu a todas as partes que trabalhem juntas pelo fim da "lacuna de imunização" global, no debate temático sobre o acesso à vacina contra o novo coronavírus.
O representante disse que a maior prioridade na luta global contra a pandemia é resolver o déficit vacinal e eliminar a lacuna existente. Apesar do atual aumento na produção global de vacinas e na taxa de vacinação, a "lacuna de imunização" entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento ficou ainda maior. As vacinas armazenadas por alguns países ocidentais excedem em muito suas necessidades e o desperdício é grave, o que afeta a obtenção de vacinas pelos países em desenvolvimento e prejudica a cooperação global no combate à pandemia.
Segundo o diplomata, a China sempre se empenha em tornar as vacinas mais acessíveis e disponíveis no mundo, especialmente nos países em desenvolvimento. Até o momento, o governo chinês forneceu mais de 2,1 bilhões de doses de vacinas para mais de 120 países e organizações internacionais. Além disso, o país fornecerá 1 bilhão de doses adicionais aos países africanos, entre elas 600 milhões gratuitas, e doará 150 milhões de doses aos países da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean). A China transferiu tecnologias e cooperou com 20 países na produção de vacinas, com uma capacidade anual de 1 bilhão de doses.
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