Prefeituras formam consórcio para adquirir vacinas contra a Covid-19
A formação do consórcio foi discutida pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e já teve adesão de cerca de 100 cidades. A união deve ser formalizada até o dia 22 de março, mas não deve utilizar recursos municipais, mas federais
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247 - As prefeituras do País devem se reunir em consórcio para adquirir vacinas contra a Covid-19 diante da incapacidade do governo federal, de Jair Bolsonaro. A formação do consórcio foi discutida pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP) em reunião virtual realizada na tarde desta segunda-feira, 1, que contou com representantes de mais de 500 municípios brasileiros.
O presidente da FNP, o prefeito de Campinas, Jonas Donizete, anunciou que cerca de 100 cidades anunciaram a adesão. Segundo O Globo, a principal cidade do país, São Paulo, também deve aderir ao consórcio nesta semana.
Donizete disse que a união deve ser formalizada até o dia 22 de março, mas não deve utilizar recursos municipais, mas federais.
“O ministro [da Saúde, Eduardo Pazuello] disse que não faltaria dinheiro para a compra de vacinas. Vamos indicar fonte de vacina e ter o recurso disponibilizado pelo governo federal”, afirmou.
Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que estados e municípios podem comprar e fornecer vacinas contra a Covid-19 caso o Plano Nacional de Vacinação seja descumprido ou não haja vacinas suficientes para imunizar a população.
Além disso, o Senado aprovou projeto de lei que autoriza estados, municípios e o setor privado a adquirirem vacinas contra a Covid-19. O texto permite que os compradores assumam a responsabilidade pela imunização e abre caminho para a entrada de novas variedades de vacina no país. O projeto, todavia, ainda precisa ser votado na Câmara dos Deputados.
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