ONU alerta que é necessário se preparar para futuras pandemias
Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, diz que a Covid-19 não será a última pandemia que o mundo deverá enfrentar
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247 - Segundo o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, a Covid-19 não será a última pandemia que o mundo deverá enfrentar e, por isso, é urgente estar preparado para lidar com qualquer crise semelhante.
Em sua mensagem nesta segunda-feira (27), por ocasião do Dia Internacional de Preparação para Epidemias, o diplomata destacou que as doenças infecciosas continuam a ser um perigo que assola os países e qualquer surto – onde quer que surja – pode se transformar em uma pandemia.
Nesse sentido, ele pediu maiores investimentos destinados a melhorar a vigilância, a detecção precoce e os planos de resposta rápida, especialmente nos países mais vulneráveis.
Da mesma forma, Guterres pediu o fortalecimento dos sistemas locais de atenção primária à saúde para evitar que eles entrem em colapso, garantindo que todas as pessoas tenham acesso às vacinas em condições equitativas e alcançando a cobertura universal de saúde.
O Secretário-Geral do organismo multilateral enfatizou a necessidade de promover a solidariedade global para que todos os países possam impedir a propagação de doenças infecciosas assim que detectem um surto.
Por sua vez, o diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, alertou há poucos dias que a ômicron estava "se espalhando a uma taxa que não havíamos visto em nenhuma das variantes anteriores”.
Essa variante pode causar infecções mesmo em vacinados e recuperados da Covid-19, ele enfatizou.
O chefe da OMS destacou que devem ser retomados os esforços para aumentar o número de vacinados em todo o mundo, pois 2022 “deve ser o ano em que acabaremos com a pandemia".
Mas, disse Ghebreyesus, para realizar essa ambição é urgente que as vacinas e outros tratamentos contra a Covid-19 cheguem aos territórios mais pobres. De acordo com dados da OMS, a Covid-19 continua a causar cerca de 50 mil mortes por semana, dois anos após o início da pandemia, cerca de 280 milhões de infecções e 5,4 milhões de mortes.
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