México decide abandonar quarentena no pico da pandemia de Covid-19
O presidente do país, André Manuel López, agia como Bolsonaro e estimulava os mexicanos a levarem uma vida normal, justificando com “uma etnia forte que consegue vencer vários tipos de peste”. “Não vai acontecer nada”, assegurava
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247 - O México registrou, na quarta-feira (3), mais de mil mortes por Covid-19 em menos de 24 horas, perdendo apenas para o Brasil na análise quantitativa de vítimas fatais da doença dentro da América Latina. Independente dos números, André Manuel López, presidente do país, decidiu flexibilizar as medidas de isolamento social e encerrar a quarentena no pico da pandemia. A informação é do portal G1.
O presidente do país estimulava os mexicanos a levarem vida normal, fora de casa, assim como Jair Bolsonaro tem feito no Brasil, justificando com “uma etnia forte que consegue vencer vários tipos de peste”. “Não vai acontecer nada”, assegurava, acrescenta a reportagem.
No fim de março, López confinou a população em casa por dois meses. O país tem 101.238 casos confirmados do novo coronavírus e 11.729 mortos. Os números ainda não são confiáveis e não refletem a realidade.
O governo do México rechaçou o programa de testagem em massa, por ser supostamente caro e inútil, de acordo com o subsecretário de Saúde, Hugo López- Gattel. A ONG Mexicanos Contra a Corrupção e a Impunidade realizou um levantamento de certidões de óbito e constatou que o número de vítimas fatais suspeitas de Covid-19, na Cidade do México, é três vezes maior do que divulgado pelo governo.
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