Médicos alertam: testes rápidos para coronavírus nas farmácias não são passaporte para deixar quarentena

Medida que autoriza tipo de exame, que identificam anticorpos em quem teve a doença, divide envolvidos no setor, por diferença de qualidade e desempenho

Teste ‘drive-thru’ para coronavírus – Águas Claras 22/04/2020
Teste ‘drive-thru’ para coronavírus – Águas Claras 22/04/2020 (Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado)


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247 - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta terça-feira uma proposta de aplicação de testes rápidos para detectar o coronavírus em farmácias e drogarias. Trata-se de um tipo de exame só detecta anticorpos em quem já foi infectado pelo vírus após um determinado período de tempo, em geral alguns dias depois. Se feito na data equivocada, pode resultar em um grande número de “falsos negativos”, ou seja, o resultado aponta que a pessoa não tem o vírus, ainda que ela o tenha. A informação é do portal El País. 

Além disso, há preocupação no setor com a grande variação de qualidade e desempenho dos testes disponíveis no mercado. Todo o quadro fazem com que os médicos vejam com cautela a liberação, frisando que os testes-rápidos não sejam usados como “passaporte” para abandonar a quarentena e as medidas de isolamento social.

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