Médica da linha de frente contra coronavírus comete suicídio nos EUA
A médica contraiu o vírus e desenvolveu a doença, mas voltou ao trabalho depois de uma semana e meia de recuperação. Segundo a família, a médica chegou a trabalhar 18 horas por dia e a dormir nos corredores do hospital
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247 - Uma médica que atuava na linha de frente contra o coronavírus cometeu suicídio no domingo (26), em Charlottesville, nos Estados Unidos. A informação é do jornal Folha de S.Paulo.
Lorna Breen, 49, era diretora do departamento de emergência do New York-Presbyterian Allen Hospital, localizado em Manhattan, em Nova York, atual epicentro da pandemia de Covid-19.
Segundo a reportagem, ela contraiu o vírus e desenvolveu a doença, mas voltou ao trabalho depois de uma semana e meia de recuperação. Segundo a família, a médica chegou a trabalhar 18 horas por dia e a dormir nos corredores do hospital.
"Ela estava nas trincheiras da linha de frente. Certifique-se de que ela seja elogiada como uma heroína, porque ela era. Ela é uma vítima [do coronavírus] tanto quanto qualquer outra pessoa que morreu", disse o pai de Lorna, o médico aposentado Philip Breen, ao jornal americano The New York Times.
Segundo ele, Lorna não tinha histórico de doenças mentais.
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