Máscaras: as lições de estudo da USP sobre as que mais protegem da Covid-19
Enquanto algumas chegam a filtrar quase 100% de partículas que podem conter o coronavírus, outras barram só 15%. Entenda
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Por Paula Adamo Idoeta, da BBC News Brasil - As máscaras que usamos no dia a dia oferecem níveis de proteção contra a covid-19 bastante diferentes entre si: enquanto algumas chegam a filtrar quase 100% de partículas que podem conter o coronavírus, outras barram só 15%.
As conclusões são de um estudo do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP) publicado recentemente no periódico Aerosol Science and Technology, testando a eficiência de 227 modelos encontrados em lojas e farmácias do Brasil - desde a PFF2, a mais segura, até as de tecido comum, cuja capacidade de proteção varia muito.
Não é surpresa que a maior proteção venha da máscara PFF2 (equivalente à N95), modelo profissional que já está se tornando mais popular no país e retém em torno de 98% de partículas que caem sobre ela, segundo a medição do Instituto de Física da USP.
Leia a íntegra na BBC News Brasil.
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