Imunização de adolescentes pode ter reduzido hospitalizações mesmo com ômicron, diz estudo

O estudo utilizou informações de 300 pacientes com menos de 18 anos que tiveram Covid e foram atendidos em dois hospitais pediátricos na cidade do Rio

Paciente com Covid-19 no hospital Ronaldo Gazolla, no Rio de Janeiro (RJ)
Paciente com Covid-19 no hospital Ronaldo Gazolla, no Rio de Janeiro (RJ) (Foto: REUTERS/Pilar Olivares)


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247 - A vacinação de adolescentes contra a Covid-19 pode ter reduzido as hospitalizações na cidade do Rio de Janeiro, apesar da propagação da variante ômicron. Foi o que apontou um novo estudo com dados do Ministério da Saúde. O estudo utilizou informações de 300 pacientes com menos de 18 anos que tiveram Covid e foram atendidos em dois hospitais pediátricos na cidade do Rio - Prontobaby e Centro Pediátrico da Lagoa.

A autorização da vacina para adolescentes com mais de 12 anos aconteceu em junho de 2021 para a vacina da Pfizer. Os relatos foram publicados pelo jornal Folha de S.Paulo

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A pesquisa foi publicada como pré-print, ou seja, sem revisão de outros cientistas, e foi assinada por cinco pesquisadores brasileiros.

De acordo com o levantamento, 1.422 crianças morreram por síndrome respiratória aguda grave (Srag) devido à Covid-19 até 4 de dezembro de 2021, o que representou 0,38% das mortes causadas pela complicação.

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O número de crianças mortas por Srag devido ao coronavírus é oito vezes maior que os óbitos por Srag causados por todos os outros vírus respiratórios.

"Em um cenário de uma pandemia, é óbvio que, se você tem um imunizante que diminui a possibilidade de a criança se internar ou falecer, é interessante", afirma André Ricardo da Silva, infectologista pediátrico e professor da faculdade de medicina da UFF (Universidade Federal Fluminense).

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